quarta-feira, 31 de maio de 2017

Economizando para viver diabisticamente bem


Minha motivação para escrever esse post veio porque esta semana não está sendo legal. Tive uma discussão acalorada e extremamente desnecessária com um dos gerentes da empresa em que trabalho na frente de outras pessoas que não fazem parte da coordenação, o qual fundamentou a sua arguição apenas com base na superioridade do seu cargo em relação ao meu. Só porque ele é gerente, não quer dizer que ele saiba tudo (porque ele não sabe, ele está nessa função apenas porque é amigo do chefe). Vocês sabem como é irritante ser corrigido por uma pessoa que sabe muito menos que você e quer te ensinar a fazer o serviço que você faz há anos? Daí quando lhe é explicado o porque deste estrupício mocorongo estar errado e ele te entende, ele repete tudo o que lhe falei só que com as suas palavras e em tom de ordem, fazendo eu passar por retardado na frente de pessoas mais burras que ele.

Passar ridículo nos lugares que você não pode se afastar é algo destruidor, pois isso acaba com o psicológico do beta. Passar vergonha no trabalho quando você não pode largar dele é algo muito ruim, pois você precisa daquele dinheiro, ainda mais quando ganha bem como eu. Passar vergonha na família é ainda pior, pois isso acontece em um lugar em que você deveria estar protegido e rodeado por pessoas que não são más como aquelas que não são de sua convivência. Passar vergonha em lugares como salas de aula também não é uma coisa boa, pois a imagem que o beta faz é incrementada pela betafobia e misobetia que são geradas nos seus colegas. Quanto a amigos, nem vou comentar, pois uma reunião de betas sempre será ridícula.

Depois dos meus devaneios betísticos do post passado de como será minha vida quando eu for rico (porque eu tenho certeza que esse dia vai chegar para mim já que eu não sou um trintão que ganho R$1.500,00 por mês que mora com a mãe e gasta todo o seu dinheiro com bombas falsificadas e vileiras retas e desbundadas), além de toda a raiva que passei nessa semana, decidi que tenho que me esforçar mais para atingir os objetivos de uma vida diabística de prazeres, pois esse repúdio betístico causado em ambientes sociais não pode interferir no meu sucesso. Esse fator aliado à minha depressão e meu autismo podem destruir qualquer motivação em continuar.

Então vamos lá.

Isso nunca irá acontecer, seu beta sonhador de merda

1. Não namorar ou namorar mulheres com pouco poder de barganha
O fato de um beta não namorar não quer dizer que ele tem que ter raiva de mulheres. Apenas as ignorem. Entendam o seguinte, seus símios emasculados: o padrão de mulheres que vocês almejam depende muito do seu poder de barganha. Agora você vai ter raivinha de mulher porque não poderá se relacionar com uma nórdica (sem pagar caro) porque elas são eugênicas? Não, seu animal, elas são tão seletivas quanto você. Por isso o beta, se quiser namorar, tem que namorar uma mulher com pouco poder de barganha, pois isso será benéfico tanto para o seu bolso como para o seu psicológico no caso de você ser trocado. Se elas fodem até a vida de alfas como Johnny Depp e Brad Pitt, o que será do beta emasculado de cara redonda caso elas queiram destruí-lo? 

Típico beta em um ambiente hostil à sua presença e existência

2. Não frequentar baladas top
Essa é uma regra que o beta diabístico não pode esquecer. E por que? Porque o beta é um ser detestável que gera raiva nas pessoas. Imaginem vocês, se um beta gera raiva nos próprios betas, quanto ele deve gerar naquelas pessoas que possuem um poder de barganha melhor que o dele? Além da pena, a raiva também é comum, porém dissimulada com sarcasmo, visto a presença do beta diminuir o status desse ambiente. Geralmente numa balada top você encontrará alfas e semi-alfas com alto poder de barganha, tanto financeiro como físico. Consequentemente, terão mulheres de médio a alto padrão que se oferecerão como presas indefesas aos garanhões, enquanto ao beta restará o baixo padrão (feias e gordas). Você acha que chamará a atenção só porque está vestindo uma roupa da moda e um corte de cabelo que todo mundo está utilizando, ainda mais andando com outros betas parecidos com você? Claro que não, só chamará atenção negativamente, pois o beta é mais repulsivo que uma marmota epiléptica e ele faz o favor de piorar ainda mais a forma como é visto. Por isso o beta deve frequentar ambientes de baixo nível, pois lá a sua betice será ofuscada pela betice de betas piores que ele, dando-lhe um melhor poder de barganha.

Será que só eu estou percebendo que tem algo perturbados nessa foto com betas?

3. Não comprar roupas de moda
A explicação disso é simples. O beta tem uma genética lixo. Não adianta você comprar a melhor roupa que existe com o corte mais exclusivo possível e o tecido mais raro se você tem um corpo detestável. Se você tiver um corpo bonito, até roupas de mendigo cairão bem em você. Assim, o beta deve se concentrar em usar calças jeans e camisas/camisetas de boa qualidade e que tenham um bom caimento, de preferência sem estampas. Nunca se esqueça: beta não tem estilo. Sertanejo? Só se você for agroboy rico. Swag? Só se você for adolescente ou famoso. Hipster? Só se você for retardado.



4. Não comprar carros/motos de difícil revenda
Você quer parecer rico para agradar pessoas que não conhece com dinheiro que não tem? Só existe uma resposta para isso. Você é burro. Entenda que não é uma BMW que te fará parecer rico, mas ter um BMW zero todo ano. Se você aparecer com carro de luxo mais velho que um ano, todos da alta classe sabem que você não tem dinheiro. Você só enganará pobre e atrairá interesseiros tão burros quanto você. Agora pense no pior: você comprou um Camaro que já tem mais de 4 anos e quer vender. Sabe quanto abaixo da tabela FIPE vão pagar nesse carro? De 30% a 50%. Pronto! Seu dinheiro foi para o lixo. E sabe que tipo de mulher que você vai pegar? Aquelas que não vão tirar a calcinha sem antes ser levada a um restaurante chique e depois a uma suíte de luxo. Acha que vai comer no carro? Estou rindo até agora de quem imaginou isso. Pior que esse cara é quem compra moto esportiva, pois a sua revenda é mais complicada que a de carros, sua depreciação é violenta e caso haja a possibilidade de uma foda sem motel, esqueça que isso acontecerá sobre uma moto. 


5. Possua hobbies que não lhe consumam dinheiro em excesso
Diversão é algo que consome o dinheiro do beta, mas é algo necessário. Se sua mente não possuir distração, uma hora irá surtar. O suicídio será uma ideia latente, o desânimo será uma constante e não uma variável e tudo não terá mais graça. Eu vejo isso por mim que preciso de altas doses de álcool para anestesiar a minha mente de todo o sofrimento que passo por ser introvertido. Dessa forma, como possuo apatia por relacionamentos interpessoais, dou preferência a atividades que não envolvam contato com pessoas, devendo meu foco ficar em atividades que façam bem à minha cabeça e ao meu corpo, tais como leitura de livros de qualidade, corrida, musculação, pescaria, dentre outros. Entretanto, para o beta diabístico desenvolver  com qualidade é necessário investir em seu social, porém não invente de fazer coisas emasculados, como aula de dança, retiros de igreja, grupos de apreciação de vinho, café etc. Penso em pegar pesado nas artes marciais para dar uma melhorada na minha imagem e impor mais respeito. Outra coisa que o beta não pode deixar de fazer é frequentar casas de meretrício para interagir com damas  de alta qualidade, visto que esta será a única forma dele ser acolhido em seu ninho de amor por uma mulher que não seja mais feia que cu cagando com hemorroidas gangrenadas.

Destino de alguns betas ao verem que anabolizantes não "fazem crescer" como ADE

6. Nunca se iluda com metas impossíveis
Por mais atrativo que seja seu sonho, nunca se esqueça que você nasceu com características podres, quase um refugo da natureza. Se você nasceu com uma genética lixo, não adianta achar que fazendo um ciclo nojento com anabolizantes falsificados o seu corpo ficará como o de um modelo fitness, haja vista que eles tem efeito temporário e precisam de uma carga crescente ao longo do tempo  para manter o volume adquirido (escreverei um post sobre isso no futuro, apresentando estudos científicos comprovados de que os ganhos com anabolizantes são ilusórios, visto que no máximo 20% de todo o volume adquirido é músculo, o restante é água retida). Cirurgia plástica? Apenas se for para corrigir um erro pequeno. No meu caso, eu teria que fazer um transplante de cara. Concursos? Só se você possuir uma memória incrível e uma inteligência mais incrível ainda. Se você não consegue sequer escrever direito, vai querer concorrer com pessoas que estão estudando a anos? Desiluda-se.

Viver diabisticamente é viver sem se iludir, sem desperdício. O beta precisa evitar a todo custo perder o melhor dos capitais que possui: o tempo. Por isso, a palavra chave se chama equilíbrio. Não deve nem viver como um zumbi mendigo que economiza até uma moeda de 10 centavos, nem ser esbanjador querendo passar uma imagem do que não é, comprometendo seu futuro. A visão diabística ensina que se deve ganhar e investir o máximo de dinheiro possível (pois só ele nos fará vencer), porém deve se dar uma pequena atenção ao conforto e prazer, para que o beta não jogue anos de sua vida pelo ralo e entre em depressão. A lição que este beta B sempre deixa é que não existem milagres e nem atalhos para o sucesso para betas miseráveis como nós. Tudo é e sempre será muito difícil, então não se iluda que será um empreendedor de sucesso ganhando uma miséria ou que será um Juiz de direito sendo que você sempre foi um burro ou, ainda, que você terá o corpo de fisiculturistas famosos gastando seu salário fome com bombas falsificadas. Foque no que está ao seu alcance, assim você evita mais frustrações.

Por exemplo, ao invés de fazer uma faculdade e ter que esperar quatro anos para perceber que fez a opção incorreta, o beta que não possui nada deve fazer um curso técnico, visto que o retorno financeiro será muito mais rápido. Ao invés de perder tempo querendo atenção de mulheres, deve usar seu tempo e dinheiro usufruindo a companhia de cortesãs deliciosas que lhe darão um sexo de qualidade sem destruir o seu psicológico  não ficarão enchendo o seu saco por qualquer babaquice. Mas mesmo assim tem betas que gostam de se iludir. Imaginem vocês o "investimento" que teriam que fazer para zoar tanto o seu patrimônio como a sua saúde através do uso de anabolizantes lixos sem qualquer tipo de acompanhamento, torrar dinheiro com uma moto lixosa que só dá despesas, explorar a mãe porque vive na pindura para ser no mínimo notado por uma vileira que dá para qualquer um e desesperadamente se humilhar  a fim a ter como namorada? Olha o tempo que foi perdido nessa brincadeira de mal gosto. É óbvio que qualquer semelhança com a coincidência é mera realidade.

Enfim, como eu estava de ressaca ontem a noite, deixei para formatar esse post hoje, embora ele já estivesse pronto. E isso é o que tem para hoje. Se não gostou, eu te amaldiçoo com todas minhas forças e torço para que algum beta mais escroto e feio que você te soque a cara por mim. Não venha falar que o post é repetitivo, tente entender a reflexão diabística por trás dele. Eu já estou puto da cara pelo que aconteceu, então se for para me encher o saco e provocar eu já vou logo de cara te mandar tomar no cu e se eu descobrir quem é você eu juro que vou aí te dar uma voadora na cara.


Abraço do Pobre-diabo! 


Obs:
- O post de sábado eu falarei sobre algumas novidades do blog. Tenho certeza que será excelente para todos;
- Deem sugestões acerca do e-mail diabístico, que garantirá uma maior interatividade com o Pobre-diabo, e outras que quiserem comentar;
- Mandem sugestões de posts. 

sábado, 27 de maio de 2017

A vida de um beta rico


Hoje estou em um bom dia, pois a semana acabou e não foi tão torturante como costuma ser. A depressão, essa doença maligna que assola os betas do mundo inteiro, me deu uma folga. Essa semana deu tudo certo: fui elogiado no trabalho, dormi bem, comi bem, bebi, treinei, ri. Um beta B foi feliz. O Pobre-diabo foi feliz. Não bastando tudo isso, embora não acredite em coisas espirituais, tive uma revelação do universo. 

Estava eu na sala de minha casa refletindo sobre como seria minha vida depois do sucesso. Resolvi pegar a bíblia velha e empoeirada da minha estante, dada pela minha velha e doce avó, a única mulher do mundo que me achava bonito (talvez por ser criança. Se ela me visse hoje teria vontade de me bater na cara, porque betas feios despertam essa vontade nos outros). Eis que começo a folear a bíblia e paro no livro de Apocalipse, que é um livro que eu acho legal, pois é cheio de enigmas, coisa que betas autistas gostam. Começo a ler o capítulo 21 e logo em seguida lágrimas começam a escorrer de meus olhos. Logicamente eu já estava bêbado nesse momento, o que ajudou a entrar nesse transe. 

Conforme ia lendo, eu ia imaginando a minha vida futura de sucesso. Um novo céu e uma nova terra se formaram em minha frente. Passei a imaginar eu morando em uma cidade praiana, clima agradável, pessoas bonitas e uma casa confortável, muito confortável; aquela vida antiga de miséria e sofrimento passou, pois o dinheiro limpou toda a lágrima dos meus olhos betísticos caídos e me deu alegria e prazer, ainda mais eu estando deitado em minha cama, relaxando entre duas gostosas. Não há mais morte, nem nervosismo, nem depressão, nem tristeza, nem dor, pois são coisas passadas. Em meu sonho eu venci, eu herdei toda essa glória, aleluia! 


Vocês devem ter notado que estou tendo alguns delírios psíquicos, provavelmente decorrentes do elixir da vida, a cerveja. Abri mais uma garrafa e passei a tomar com mais gosto ainda. A bebida descia por minha garganta e aquele sabor maravilhoso me consumia e entorpecia minha mente. A alegria foi tanta que estava eu sozinho deitado no meu sofá e comecei a ficar excitado. Hoje é meu dia, pensei eu, transarei com a mais gostosa que eu achar. Passei a fazer as devidas pesquisas e fui ao paraíso betístico da putaria, pois eu precisava naquele momento extravasar. Não poderia ser feliz sozinho, precisava passar essa alegria para outras pessoas, no caso a garota felizarda que experimentasse o palmito diabístico, que receberia uma grata recompensa pela satisfação de meus desejos mais íntimos.

Diferente da vez em que transei com Jessie e Kelsie (leia aqui a vez que transei com duas gostosas juntas aqui), em que não saí tão satisfeito como esperava, desta vez foi maravilhoso. Foi uma hora intensa, em que destruí a moçoila na caralhada diabística. Após o êxtase, fui embora feliz e relaxado. Como de costume, parei na cervejaria que eu tanto gosto e mandei para dentro 500ml de APA e mais 500ml de IPA. Que delícia! Para fechar o pacote, eu só queria deitar no meu sofá, abrir mais uma cerveja, assistir a alguma série ou filme e refletir sobre a minha vida sublime de glória futura. E assim eu fiz até as 4h da madrugada, saboreando cada gota do elixir da mais pura felicidade. Agora estou aqui, com uma puta dor de cabeça, mas fazer o que, o importante é que estou aqui neste recinto com todos os betas reunidos no nosso reduto betístico diabístico. Enfim, conforme a minha revelação divina do universo, como será a vida deste Pobre-diabo depois de chegar à glória sublime diabística? 


A VIDA DE UM BETA DIABÍSTICO RICO
(obs: eu estava alcoolizado quando pensei nestas coisas. O álcool é divino)


09:00h. Acordo, abro os olhos, viro para o lado esquerdo e vejo roupas, calcinha e sutiã jogados no chão. Que estranho, não lembro o que aconteceu ontem. Viro-me para o lado direito e vejo uma garota parcialmente coberta com um lençol e com uma enorme bunda branca descoberta. Meu pau endurece na hora. Quem seria essa mulher? Bebi tanto noite passada que nem lembro! Abraço ela de conchinha e ela já empina a bunda e esmaga o diabinho. Não penso duas vezes, apenas a penetro diabolicamente. Termino rapidinho e falo no ouvido da garota: - Você precisa ir agora, gata.

Abro a geladeira e só tem cervejas, vodkas e tequilas. Puta merda, esqueci de comprar comida! Vou tomar um café colonial mesmo, afinal, eu posso e estou morrendo de fome. Como torradinhas, bolinhos, peito de peru e tomo um delicioso suco de laranja. Para encerrar, tomo aquele cafezinho expresso para dar uma energia. Volto para casa, com os vidros abaixados, sentido aquela refrescante brisa da praia. Por onde ando, todos olham em minha direção. Obviamente que não olham para este pobre-diabo e sim para o lindo Diabo-móvel, que custou 6 dígitos.

Chego em casa e sento no sofá. Celular toca e eu atendo: - Oi, Didi, tudo bem meu lindo? – Oi, minha gostosa, o que manda? – Vamos almoçar? Depois podemos ir para sua casa passar a tarde juntos. – Vou pensar aqui e já te respondo, tchau! Acabei de transar, será que pego a Alexis (nome dado em homenagem a uma linda atriz)? Meu pinto está assado de tanto que transei ontem á noite e nem estou com tanta vontade. Quer saber, à noite eu saio com ela. Agora eu vou é surfar! Chamo um colega Beta B e vou pegar umas ondas. Obviamente que minha caixa térmica está cheia de cervejas.

Chamo meu parceiro para almoçar e vamos comer camarão e salmão. Conversamos sobre a noite passada e ele me conta sobre as travessuras e peripécias que fizemos. Muita loucura. Álcool e sexo à vontade. Rimos alto e já marcamos a próxima. Ele se encarrega de chamar as profissionais, digo, amigas, minuciosamente escolhidas a dedo, pois sou exigente. Como tenho muito dinheiro, só aceito moças cinturadinhas e com bundas grandes e gostosas. 


Volto para casa e já pego Money (meu Pitbull) para passear. A esse ponto da vida aceito que não existe pessoas 100% verdadeiras, por isso trato todas superficialmente. Tenho meus amigos para rir, minhas amigas para transar e outros contatos para resolver alguns problemas ou conseguir algumas coisas. Mas com Money tudo é diferente. Ele é meu amigo verdadeiro. O clima está gostoso, tiro a camiseta e aproveito para correr com ele. No final do percurso, já suado e um pouco desidratado, compro aquela deliciosa cervejinha gelada e tomo em um só gole. Posso até ouvir aquele barulhinho de quando você abre a latinha (Você ouviu aí também, né?).

Não tem como ser feliz na essência diabística sem ter dinheiro. Deito no sofá e passo a fazer cálculos mentais de quanto dinheiro eu tenho, qual é minha rentabilidade e o que eu posso gastar por mês. Sinto praticamente um orgasmo ao ver que tenho a quantia suficiente para ser um beta feliz, vivendo uma vida extremamente confortável, com todos os prazeres possíveis ao meu alcance. Será que devo viajar para a Europa para espairecer? Quem sabe Estados Unidos? Ou República Tchena para tomar boas cervejas, baratas, e comer umas polacas lindas? Ou, ainda, devo ficar aqui mesmo e fazer uma suruba com 10 garotas gostosa? Como é bom ser rico. 


Celular toca novamente. – Di, estou com uma amiga aqui, tá afim de curtir uma baladinha e fazer um after depois? – Depende do agrado, falo rindo (e me fazendo de difícil). – Você sabe que comigo você não passa vontade, seu safadinho! – Eu sei, é? Quero só ver. – Você sabe que sim, Didi. EU e a Blanche (em homenagem a uma atriz que tem uma ótima atuação) temos uma surpresinha para você. – Então OK, busco vocês às 21h, pode ser? – Pode sim, gatinho! Antes que perguntem, elas não são prostitutas (pelo menos comigo); eu levo elas, busco, pago as coisas e dou atenção para elas. Uma espécie de SB. Por fora elas fazem suas correrias que eu sei. Eu ligo? Obvio que não, pois sou um beta diabístico avançado!

Chego à casa delas e buzino. Fico sem palavras ao vê-las. Os decotes exibem seus deliciosos seios, esculpidos por um excelente cirurgião plástico, pago com o dinheiro de otários tarados como eu. O vestido curto, colado, mostra aquela linda cinturinha que contrasta com um largo quadril, que sustenta aquelas grandes e deliciosas bundas. Eu estou tão louco que seria capaz até de tragar o peido delas. Enfim, ligo o som bem alto e vamos cantando. Fico só olhando pelo espelho as meninas com suas dancinhas, enquanto suas tetonas balançam de um lado para o outro, conforme a batida da música. Meu pau, por sua vez, está latejando, também na mesma batida que a música. Vamos todos para o bar.

Entro na balada abraçado com as duas meninas. Recebemos diversos olhares de mulheres, completamente com inveja do corpo delas, e dos caras, morrendo de inveja de um beta B horroroso e mais feio que um cu cagando que nem eu andando com duas deliciosas. Vamos direto para um camarote com mais alguns amigos e outras garotas. Chego lá e a galera já vem me cumprimentando, sou o rei daquele lugar. Peço para trazerem enérgicos, bebidas e, principalmente, cervejas. Curtimos um pouco e lá pelas 2h pego Alexis e Blanche e vamos para minha casa, o verdadeiro abade diabístico maligno! 


Completamente bêbado, pego as duas garotas e as jogo com roupa e tudo na piscina e me jogo junto. Começamos a rir e brincar juntos. Meu pau está completamente duro e começo a agarrá-las. Puxo as duas e já arranco seus peitões para fora, mamando como um neném faminto naquelas tetonas e seus mamilos pink. Por baixo da água estou apertando suas bundas gostosas e já meto a mão para sentir a maciez de suas vaginas. Pego as duas e vamos para dentro, todo mundo já arrancando as roupas e jogando pelo chão mesmo. Entramos correndo, todos pelados, rindo muito. 

Nos jogamos no sofá e começo a chupar Alexis, enquanto Blanche se encarrega de mamar o little Devil. Depois deito e deixo as duas chuparem o pirulito gigante e saboroso que carrego entre as pernas. Depois, um sexo selvagem acontece, digno de um beta B, doente mental, tarado e que carrega uma quantidade absurda de testosterona em seu corpo. O resto do que acontece nessa noite deixarei na mente de vocês. 

No dia seguinte acordo e olho para os lados. Penso comigo: o que aconteceu ontem a noite? Será que foi um sonho? Não, na verdade tudo aconteceu realmente, afinal, eu sou rico, eu posso tudo! Nesse momento já estou de pau duro. Acordo as meninas com beijos nos pescoços. - Acordem, meus anjos! Elas respondem: - Que safadinho, já acordou com tesao? A gente resolve isso agora! Nesse momento, as duas já caem de boca e novamente transo forte com as minha meninas. O que se segue depois disso? Uma vida de completa glória, pois eu venci na vida! Essa será a minha vida diabística futura e lutarei com todas as minhas forças para isso, pois não aceito uma vida medíocre! 


Não entendo como caras coitados, feios, burros, trintões, que se comportam como adolescentes imaturos, podem falar que ficar se exibindo com moto barata e entupindo o corpo com bomba que só retém água é ter vida boa. Se contentam em pegar uma namoradinha lixo, magrela e feia e comer a buceta fedida, seca e toda torta dela, achando isso ser algo de outro mundo! Acham que você andar de aliancinha é a mesma coisa que ter uma vida alfistica. Pobres coitados... Ter vida boa de verdade é essa do meu sonho, qualquer coisa diferente disso é apenas sobreviver! 

A lição que fica disso tudo é que devemos nos desenvolver, investir e ganhar muito dinheiro. Para isso temos que batalhar muito, pois não existem atalhos para sair dessa merda de vida que vivemos. Não é uma bomba falsificada que te transformará em alfa! Somente o dinheiro que salvará! Amém, irmãos? 

E pensar que alfas vivem essa vida desde adolescentes. Dá uma dor no coração... 


Abraço do Pobre-diabo! 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A hipocrisia do feminismo no século XXI


Eu não queria abordar esse tema, mas não há como não comentá-lo. Vocês viram uma notícia que foi destaque na semana passada acerca da escolha da Miss Estados Unidos? O que mais me chamou a atenção foi a forma como ela rechaçou o feminismo como uma bandeira inerente das "minorias". Afinal, por que uma mulher negra não aceitaria esse modismo tão em voga em nossa realidade?

Kara McCullough causou polêmica ao não se dizer ligada ao movimento feminista.

A resposta é simples: ela é inteligente. Em um tempo em que o pensamento geral é limitado a opiniões prontas, devido principalmente à preguiça decorrente do esforço necessário para evoluir intelectualmente, muitas pessoas assumem bandeiras ideológicas que sequer sabem o porquê de existirem. E uma dessas bandeiras é o feminismo atual, o qual atualmente significa muito mais misandria betofobística que igualdade. Digo isso porque o que presenciamos nesses tempos modernos é a Terceira Onda Feminista, a qual tem como escopo "desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade". Ora, tem descrição mais generalista que isso? Significa tudo e nada ao mesmo tempo. Na verdade significa ódio aos homens. Qualquer coisa que desagrade as feministas é machismo, como se machismo fosse a incorporação de tudo o que é ruim e diabólico (não confundam com diabístico) em nossa sociedade. Digo isso porque essa é uma das principais opressões impostas aos betas de baixo escalão.

É muito fácil elas reclamarem que as mulheres recebem cerca de 77% do que homens recebem. Porém elas esquecem que suas comparações nunca levam em conta o mesmo nivelamento entre os personagens. Explico: você tem que se comparar com alguém que é IDÊNTICO a você. Qual a lógica de se comparar um homem que faz horas-extras para complementar a renda com uma mulher que simplesmente faz o seu horário e vai embora? Vai usar como desculpa a "dupla jornada" (quando elas trabalham fora e fazem o serviço caseiro), como se o empregador tivesse algo a ver com isso? E os homens (pedreiros, trabalhadores de saneamento, motoristas - mercado esse que poucas ou nenhuma delas ousam explorar) que ganham menos que essas mulheres que alegam ganhar 77% que os homens poderosos? Ou ainda quando na escolha de empregos, geralmente as mulheres escolhem aqueles que pagam menos (ou que são de duração parcial) e jogam a culpa numa desigualdade decorrente do seu livre arbítrio? 

É obvio que mesmo desempenhando mesmas atividades como na medicina, por exemplo, você encontrará pouquíssimas neurocirurgiãs, cirurgiãs plásticas, ortopedistas de alto nível que dermatologistas e pediatras, pois quanto mais complexa sua especialização, maior é o valor do seu passe. Além do que essas áreas são mais aspiradas por homens que mulheres. Por isso que nenhuma instituição séria realiza uma pesquisa dessas que traçam um comparativo entre as rendas por gênero, pois não existem fundamentos concretos que baseiem uma resposta congruente às reclamações feministas.

Concordo totalmente com a premissa básica de que se você faz o mesmo trabalho, você deve receber a mesma quantia e ser tratado(a) da mesma forma. Porém não é isso o que acontece. Quantas vezes percebi que as mulheres do meu trabalho não levam as mesmas chamadas de atenção que eu levo? Quantas vezes percebi que tenho que fazer mais força física porque nasci homem e sou mais forte? Quantas vezes um sorrisinho delas é suficiente para evitar uma crítica que o meu chefe gordo tetudo não pensaria duas vezes antes de infestar com seu bafo fétido a minha cara? Imagine eu, com essa minha cara horrenda de beta B mais feia que cu cagando, com meus dentes amarelo, sorrindo para o meu chefe antes de levar uma chamada de atenção? Ele vai achar que estou tirando sarro dele e ainda me arriscaria a ser mandado embora.

Um pobre-diabo tentando despertar empatia em seu chefe.

E o motivo disso é bastante óbvio: tudo não passa de reclamação temperamental (o vulgo mimimi). Pessoas fracas não devem se meter em situações em que não irão aguentar a pressão (seja homem ou mulher), para depois que ver a batata assar usarem como desculpa o seu gênero ou suas características físicas. Qual é a lógica de se dizer que homens ganham mais que mulheres apenas por serem homens? Se fosse assim, um empresário contrataria mais mulheres, pois elas desenvolveriam o mesmo serviço que um homem a um custo mais baixo, dessa forma economizando nos salários e tributos. 

Se uma mulher poderosa recebe uma remuneração maior em decorrência do seu potencial e tino laboral ante a um colega seu que é homem, o qual recebe menos exatamente porque não tem a mesma desenvoltura que ela, isso não significa competência? E se invertemos os atores, isso será machismo? Sério, isso me irrita profundamente. Não estou nem aí se elas não quiserem me ouvir, mas se você for um homem (ainda mais se for beta) e for "feministo", juro que se você passar na minha frente eu irei te dar uma rasteira para você cair de boca no chão e quebrar seus dentes e depois vou encher a sua cara de cotoveladas e chutes até ela se deformar e ficar mais horrível que a minha. Ou seja, isso significa que você vai apanhar muito, seu otário.

Dizer que mulheres nunca tiveram papel de destaque na história (como as feministas adoram falar) é fazer pouco caso de mulheres que foram à luta e demonstraram exatamente que o mundo deve funcionar como funciona sem a tutela estatal. Um exemplo é a Margaret Thatcher (que as feministas tanto odeiam), primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. Através de suas políticas que focavam na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das empresas estatais, além de sua dura oposição aos sindicatos e redução de sua influência, ela reergueu o UK economicamente através da redução do papel do Estado, tornando o centro financeiro de Londres um dos mais vibrantes e bem-sucedidos do mundo até hoje. O que vemos com isso: o mundo não é para os fracos.

No ocidente, geralmente, as pessoas não são desprezadas por seu gênero, mas pela sua incompetência. Assuma isso de uma vez e aprenda que nós vivemos numa realidade autofágica que se alimenta das ilusões e fraquezas dos derrotados com base na imagem de sucesso dos poderosos. Você quer ser um deles. Para que isso se concretize, não adianta você ficar aí sentado, chorando, esperando que as coisas caiam do céu. Assim como também não adianta você imaginar atalhos milagrosos para atingir o mesmo sucesso daquele indivíduo que ralou para chegar onde chegou. Posso ser um beta B depressivo, mas nunca resignado.

Já aviso antecipadamente: não gosto de esquerdismo e nem de feminismo. Tanto homens como mulheres sofrem pressão e opressão da sociedade. Ambos passam por isso porque estão sujeitos a alguém (gênero indefinido, ressalte-se) que é mais forte e não porque a natureza lhes destinou a um gênero opressor ou oprimido. Os betas são humilhados tanto por homens como por mulheres e nem por isso fundaram um movimento para denunciar o preconceito betafóbico. Imagine se um dia o sofrimento betístico fosse pauta de uma entrevista, como a do vídeo abaixo, que tenta de toda forma evidenciar e incutir um vitimismo inexistente do feminismo atual:

Rede Globo tentando forçar a pauta feminista, porém o argumento não é validado por uma mulher (acompanhe a partir dos 40 segundos). Veja que em nenhum momento ela confirma ter sofrido quaisquer tipos de preconceitos. Chora, feminazis!

Que tal parar de brigar com o inimigo invisível? Que tal parar de perder tempo em manifestações populares e ir trabalhar e estudar? Que tal ralar para ter sucesso como todos fazem?



Um abraço do Pobre-Diabo.

sábado, 20 de maio de 2017

O beta deve procurar mulher virgem e certinha para se relacionar?



Há alguns anos, no início do movimento da real, muito se falava sobre esse tema. Alguns que sobraram daquele tempo, outros que acabaram de conhecer e até PUAs e MGTOWS ainda falam sobre isso. Daquele tempo para cá, vejo que houve o enfraquecimento do movimento inicial, mudança deste e aparecimento de outros. No final das contas, observou-se uma descontinuidade de todos e uma verdadeira diaspora betística aconteceu, ou seja, uma grande dispersão. 

O movimento diabístico veio para reunir todos os betas novamente e todos juntos estabelecermos a nossa própria visão de mundo. Enfim, sobre o tema do post, este já foi alvo de milhares de comentários no mundo todo, sempre causando muita polêmica, tendo em vista que a sociedade moderna é totalmente diferente da sociedade dos nossos avós e talvez até nossos pais (os meus ainda são do estilo antigo).

Pelo que meus pais contam, ele sempre foi meio que semialfa, pegador, mesmo não sendo tão bonito. Minha mãe era a mulher certinha, virgem e fiel (mesmo sendo feia). Estão casados até hoje e aparentemente são felizes. Vejo que o maior problema disso tudo foi que eu não herdei o semialfismo do meu pai (talvez seja por isso que ele me olha como um perdedor), só a cara feia dele, e herdei o corpo feio da minha mãe e seu jeito de monga. Ainda, como tive uma criação dura por parte do meu pai e uma super proteção por parte da mãe, sempre fui aquele cara bobão zoado em todo lugar, que nunca sabia se defender, sofrendo betafobia e misobetia em todos os lugares. 

Obviamente que eu não fui e sou o único assim. Muito homens passaram, passam e passarão por isso. Aqui no nosso reduto temos muitos assim. Quantas histórias já foram relatadas aqui de verdadeiras humilhações, vidas patética, homens parecendo estrume ambulante, verdadeiros excrementos humanos, invisíveis para toda a sociedade. Só quem é beta B, C ou D sabe o que é passar por isso. Mesmo assim, há muitos otarios que se iludem com histórias de contos de fadas, comédias românticas e livros, achando que um beta pode sim ter uma mulher perfeita, virgem que o ame muito. Que nojo que me dá desse tipo de beta. Dá mais ainda dos que querem se fazer de romântico para tentar conquistar mulheres, sendo que o que elas querem é sentar na pica de alfas cafajestes. Essa é a grande verdade. 

Dá para acreditar que tem beta que acha que vai namorar e casar com uma gostosa dessas com 18 anos e virgem, sendo um velho de 45 anos? Até ricaços famosos como Johnny Depp se fodem na mão dessas, imagine o que uma dessa faria com um beta com seus míseros 2kk de patrimônio (destaque-se que é uma situação hipotética, pois um beta jamais namoraria uma assim) 

Muitos betas adoram falar em se relacionar com mulheres virgens, honradas, novinhas, lindas e gostosas. Quando eu leio essas coisas eu fico com vontade de pegar meu computador e atacar com força no chão e pisar em cima de tanta raiva. Se visse um beta falar isso na minha frente eu ia pegar ele pelos cabelos e bater a cabeça dele forte no asfalto, até ficar com a cara mais feia do que a minha. Isso é a coisa mais idiota que betas podem falar, primeiro porque esse tipo de mulher está em extinção, praticamente não existe. Segundo porque nenhuma mulher assim iria se interessar por um ser repugnante, horroroso, burro, brega, escroto, pobre e isolado.

Não existe mais esse negócio de guardar a virgindade, elas querem é curtir e pegar o máximo de alfas e semialfas possíveis. Elas pensam somente nelas, na carreira e no prazer delas. Homens sempre estarão em segundo plano. Para betas só sobrarão feias, gordas, mães solteiras, interesseiras e rodadas. De uma vez por todas, parem de ficar se iludindo, betas imundo! Se você é um beta B, você nunca terá isso; se for uma beta C ou D vai ser pior ainda. Por isso eu digo que o beta deve sempre pensar em si mesmo, no seu conforto, em crescer na vida e não colocar mulher acima de tudo em sua vida, viver em função delas, pois isso é a coisa mais idiota que existe, pois elas só querem saber do que você tem a oferecer, apenas isso. Amor não existe.

Elas já começam a beijar meninos com seus 12 ou 13 anos (até menos). Com 13 ou 14 elas já estão transando, tendo casos de algumas fazendo verdadeiras surubas. Com 15 ou 16 já beijaram mais de 15 caras, transaram com no mínimo 4 e já falam naturalmente sobre sexo. Com 17 e 18, já fizeram todo tipo de sexo e possuem uma vasta experiência, mais que a experiência sexual de um beta de 30 anos. Dos 19 aos 22 elas já transaram com mais de 20 caras, muitos que elas conheceram na mesma noite. Dos 23 em diante elas colecionam pênis. E o beta? O beta com 20 anos não pegou nem nos peitos de uma mulher ainda! Eu, por exemplo, só fui transar depois de mais de duas décadas de vida. Beijei a primeira mulher com 18 anos e fiz isso escondido porque ela era uma baranga que faria eu ser zoado pelo resto da vida se alguém visse a cena (ela tinha bigode e bafo. Embrulha o estômago só de lembrar). 

Essa é a virgem linda, novinha, fiel e honrada que vai se interessar pelo beta. Então decida bem o que você quer, beta imundo! E trate de melhorar sua barganha, seu excremento tetudo! 

Porque o beta não deve procurar mulher assim? Porque se ela é nova, não vai querer um beta feio e trintão. Se ela é linda, não vai querer um beta mais feio que cu cagando, pobre e sem barganha. Se ela é gostosa, vai querer caras com dinheiro, semialfas ou alfas. Se ela for virgem, provavelmente terá 12 ou 13 anos, ou seja, fora de cogitação, pois são crianças ainda. Vejam que aqui eu considerei as melhores opções e o tipo de mulher que betas iludidos gostariam de ter. É claro que nada é absoluto e pode existir sim uma mulher com algumas características dessas que pode se interessar por um beta. Porém, se ela for virgem é porque é uma gorda rolha de poço fedida que ninguém quis comer. Se for uma novinha de 18 anos, só vai querer você se for favelada, vesga, gorda e cheia de micose. Se não for tão feia e compatível com sua feiura, ela vai ser magrela, nariguda, burra e interesseira. Ou seja, não há saída para o beta escroto. 

O que fazer então? O beta deve sempre pensar em si mesmo, ganhar muito dinheiro, se desenvolver e melhorar sua barganha. Depois disso, deve parar de se iludir e pensar somente no seu prazer. Por fim, depois de desenvolver a sua racionalidade e poder financeiro, vai ver que o importante é pegar mulher e transar. Se for parceira, saia outras vezes, divirta-se e transe mais. Só não crie expectativas de contos de fadas e saiba que ela sempre estará interessada no que você tem a oferecer e será por isso que te dará sexo. Caso queira se relacionar, procure uma que seja menos rodada possível e que não tenha um padrão de vida alto, pois ela vai querer acabar com a grana que você suou tanto para gastar. 

Enfim, saiba se colocar no seu lugar, e escolha opções que não destruirão seu financeiro. Trate elas como elas tratam você, ou seja, vendo o que elas têm para te oferecer e depois coloque na ponta do lápis quanto isso vai custar. 


Abraço do Pobre-diabo!


Obs.:
- O blog passará a ter posts especiais, em que serão apresentadas notícias atuais ou outros assuntos betísticos pertinentes e serão feitos comentários ácidos para trazer algum ensinamento ou reflexão. O quadro será chamado de "Diaboladas";
- Terá também o quadro" Conversando com o Diabo", em que serão respondidas perguntas enviadas por betas no e-mail diabístico, assim como contadas histórias de frustrações e humilhações que betas mandarem. 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Fatores betísticos que determinam o fracasso do beta

Resultado de imagem para feio rejeitado do grupo

A fim de nos desenvolvermos até o ponto em que atinjamos a categoria mais evoluída do beta, o homo supra betisticus-diabisticus, também chamado de Beta A, precisamos corrigir erros intrínsecos ao corpo e ao comportamento com que nascemos e que nos diminuem ante pessoas que possuem um maior destaque (positivo, é claro), visto que esses erros depreciam em muito a nossa imagem já tão sem relevância e sem valor. É incrível como o beta está predestinado a nunca ter sucesso quando algo depende de suas características betísticas naturais. Citarei, por exemplo, acontecimentos que presenciei essa semana com alguns betas derrotados e que foram humilhados exatamente por serem betas emasculados. Quando esses fatos ocorreram, senti muita pena, pois no mesmo momento me pus nos lugares das vítimas, porém minha imensa coragem de uma cadela acovardada me impediu de sequer consolá-las. 

Em uma reunião na segunda-feira com os gerentes, os diretores e o chefe do meu trabalho, depois de quase uma hora ouvindo merdas que casadinhos acreditam ser ideias inovadoras e a solução para os problemas do mundo, um colega foi chamado para apresentar os destaques da sua sessão. Ele não falou nem cerca de 10 minutos quando algumas pessoas começaram a rir e fazer graça em um canto da sala de reunião e aquilo começou a incomodá-lo. Não sei o que estavam falando, mas pela forma como o olhavam e baixavam a cabeça rindo, tinha certeza que era sobre ele. Afinal, que beta numa posição de destaque como a dele (e como a que eu tenho) não seria motivo de chacota? Como um ser tão estrupício como o beta pode ter uma função que não seja condizente com sua escrotidão? Se pelo menos ele tivesse a coragem de intimar os engraçadinhos, ele não passaria a ideia de mocorongo que passou nesse dia. Porém, percebi que ele tentou reagir, pois chamou educadamente a atenção deles, os quais o ignoraram e continuaram rindo.

Para a minha surpresa, meu chefe fechou a cara e foi ao encontro deles ver o que estava ocorrendo. Fiquei animado, pois achei que finalmente um beta estaria impondo um pouco de respeito à sua imagem. E qual foi a minha surpresa quando eles falaram algumas palavras ao meu chefe e ele caiu na gargalhada olhando para a cara desse meu colega beta? Isso foi destruidor para ele. Claro que não preciso falar que depois disso ninguém mais o ouvia e nem mesmo os insetos estavam o ouvindo, pois eu aposto que até eles começaram a rir da cara dele. Menos eu, pois já passei por isso e sei como é difícil. E o pior foi que ele tentou continuar de forma séria, mesmo segurando sua voz trêmula e gaguejante. Percebi um esforço imenso para não deixar lágrimas escorrerem de seus olhos betísticos, mas a destruição do ego betístico não-diabístico já estava quase consumada. Fiquei impressionado como tudo aconteceu. Passei por situações semelhantes quando eu era um adolescente na escola. Pensei que nunca veria algo assim novamente, porque a vida adulta é mais polida e mais falsa da que quando somos mais jovens.

Resultado de imagem para homem chorando

Na terça, presenciei uma situação diferente, mas não menos humilhante. Como eu deixei meu carro na concessionária para realizar a manutenção pela manhã antes de ir trabalhar e fiquei de receber a ligação deles do que seria feito, já que a manutenção a ser realizada não era aquela de rotina, mas aquela em que eles trocam várias coisas no veículo. Ainda mesmo pela manhã fui informado pela oficina que muitas peças seriam trocadas, havendo a necessidade de que o carro permanecesse lá até o outro dia. Com isso, nesse dia eu teria que fazer uso de algum meio de transporte alternativo ao que eu estava habituado. Pensei, ainda no trabalho, em pegar um ônibus ao voltar para casa para recordar como era o tempo em que eu não possuía carro, a fim de relembrar o que eu deveria ter esquecido para sempre. Não achei que com essa decisão eu presenciaria mais uma humilhação ultrajante como a que meu colega havia passado outro dia no escritório. 

Após sair do trabalho, como estava sem carro e moro longe, além de fazer um século que não pegava ônibus, decidi provar essa experiência desagradável que tinha mentalizado pela manhã. É incrível como a nossa mente esquece da realidade quando nos afastamos dela, pois eu não me lembrava como era foda ter que utilizar o transporte público. Ao subir no ônibus, já percebi que fiz cagada, mas mesmo assim decidi arriscar. Depois de quase 20 minutos dentro daquela lata de sardinha motorizada, entupida de gente bafenta, suada e fétida, o inevitável aconteceu. Vi um beta C que decidiu ficar mais próximo da porta para poder desembarcar mais rápido quando fosse sua vez, assim ele começou a se deslocar pelo ônibus até chegar lá. Porém em certo ponto havia uma gordinha feia com cara de encrenqueira e ao passar por ela, como o ônibus estava muito apertado, esse beta acabou se esfregando nela, a qual lhe olhou fixamente nos olhos. Pelo jeito que ela lhe olhou, pensei que tinha se simpatizado com aquele beta asqueroso e detestável. Ledo engano!

A gordinha em que ele esbarrou começou a gritar dizendo que ele a tinha encoxado e passado as mãos em suas partes íntimas, começando a gritar e a chamá-lo de tarado. Ele começou a pedir desculpas e falou que não foi a intenção, pois apenas queria passar até chegar na porta e não tinha intenção alguma de molestar ninguém. As palavras saíram de sua boca, mas não foram ouvidas por ninguém, nem por ele mesmo. Esse tipo de situação sempre gera reações animalescas das pessoas, ainda mais em pessoas de pouca cultura e em uma condição degradante como aquelas que estavam utilizando transporte público. O caos foi instalado naquele inferno móvel. Só sei que com isso um cara parou do lado desse beta e o intimou, chamando-o de merda. Não satisfeito, o arrastou pelo braço e aproveitou a oportunidade de que o ônibus havia parado em um ponto e o jogou para fora. Quase que esse beta caiu com a cara no chão, embora eu ache que se isso tivesse acontecido era possível ele ter ficado até menos feio que a cara de cu cagando que ele tinha. Malditos feministos. Malditos betas emasculados.

Enfim, chegando em casa, decidi tomar um banho e sair para dar uma espairecida. Daí eu lembrei que estava sem carro e teria que ir a pé ao bar que gosto de frequentar. Ele não é muito longe, mas pela demanda do Uber e táxi naquele momento, ir a pé ou de carro daria na mesma. Decidi permanecer em casa e acabei bebendo as cervejas que tinha por aqui. Maldita multinacional que deixou todas essas cervejas com o mesmo gosto, parece que estou tomando milho líquido.

Enfim, meio bêbado e triste em casa, comecei a elucubrar soluções que pudessem melhorar a vida do beta para que seja possível ele evitar essas humilhações do dia-a-dia. Será que se meu colega humilhado fosse um semi-alfa/alfa ele passaria por aquele ridículo? Será que se o beta que sarrou a gordinha no ônibus receberia as mesmas gentilezas se fosse um semi-alfa/alfa sarado e/ou bonito? Muito provável que não.

Assim, o tratamento diabístico para corrigir essas falhas inerentes ao beta começaram a surgir em minha mente autista e observadora. Podemos dividir os fatores emasculantes em físicos (beleza, porte corporal, voz e postura) e fatores psicológicos (coragem, autoconfiança, influência, desenvoltura, motivação e foco). Pelos fatores físicos, vejo que não desperto qualquer tipo de respeito ou interesse, o que me leva a crer que meu relativo sucesso decorre dos meus fatores psicológicos (não todos), muito mais em relação à minha extrema desenvoltura intelectual, além do fato de ser muito competente profissionalmente.

Ao tomar por base os fatores físicos, quanto a beleza, de 0 a 10 eu me dou 3, isso sendo generoso. Minha cara de gremlin me assusta toda a vez que olho no espelho. Imagino quem me vê então pela primeira vez. Vou realizar uns tratamentos faciais com o fim de melhorar esse rosto de quem teve fogo aceso na cara e apagado com uma picareta.

Quanto ao meu porte corporal, de 0 a 10 eu me dou 3, pois esses ombros finos e essa pança de cerveja são muito ridículos. Não sou gordo, mas tenho aqueles culotes gigantes, o que acabam tornando meu corpo um tipo de pino de boliche deformado. Como é praticamente impossível um beta em um curto prazo de tempo desenvolver um físico respeitável, decidi que praticarei corrida até essa pança diminuir. Não considerarei musculação porque meus braços finos como palitos de dente seriam a maior desmotivação na academia. Imagine que vergonha ter que fazer exercícios com aqueles pesinhos de mão que até mulheres velhas levantariam mais que eu? Vou comprar um altere e treinar em casa até dar uma melhorada. Não considerarei o uso de anabolizantes porque minha saúde não é brincadeira e sei que isso custa caro, além do fato que milagres não existem.

Quanto à minha voz, não há o que fazer. Tenho uma voz um fraca. Se ela fosse mais alta, tenho certeza que imporia mais respeito. Pelo menos não sou gago e não tenho voz fina.

Minha postura corporal é boa, pois sempre me cuidei para não ser corcunda ou deixar a barriga jogada para a frente. Porém não adianta retrair o abdômen quando existe gordura acumulada nessa região. Logo, minha postura corporal melhorará quando começarem a produzir resultados a minha corrida e os exercícios caseiros com peso.

Quanto aos fatores psicológicos, vejo que esses são os que mais sabotam os betas. A coragem, por exemplo, é uma das principais características que separam os betas dos alfas/semi-alfas. O beta morre de medo de enfrentar seus agressores, sendo sempre reconhecido como covarde ou bunda mole. Percebo isso muitas vezes em mim, quando meus superiores fazem brincadeiras sem graça comigo e eu apenas dou uma risada e não faço sequer um comentário como resposta. Só falto agradecer. O beta morre também de medo de chegar em mulheres, já aceitando a negativa como certa (e geralmente é). Ou ainda quando algum valentão parte em direção ao beta e ele já pede desculpas mesmo quando não está errado. Acredito que seja fácil desenvolver um pouco de coragem, desde que haja um pouco de autoconfiança. Acho que farei uma consulta com psicólogo para tentar achar formas de diminuir mina introversão extrema que acaba refletindo na minha coragem.

A autoconfiança é decorrente de fatores que podem ser físicos ou psicológicos. As vezes não me acho capaz de algo que esteja além do que estou habituado a fazer, assim como qualquer coisa que me custe algo que eu não esteja disposto a arriscar. Mas geralmente eu consigo quando estou alcoolizado. Igual naquele dia em que vocês insistem em dizer que menti quando tive um dia de alfa. Fui autoconfiante. Falando nisso, é impressionante como adquirimos confiança quando os filtros são removidos conforme a dosagem alcoólica sobe em nossos corpos. Estive pensando em comprar alguns livros nessa área, mas auto-ajuda para mim é enganação. Pense bem: se auto-ajuda é você se ajudando, você aceitaria ser ajudado por um bosta? Eu não.

A influência é decorrente do quanto vale sua imagem. Fisicamente eu sou uma carroça de merda, mas é intelectualmente onde está o meu potencial. Como desempenho uma atividade em que sou o gargalo de outras que dependem de mim, assim como sou muito bem conceituado em minha área, minha influência acaba sendo grande nesse aspecto. Mas acaba aí. Socialmente, em razão da minha extrema antissociabilidade e introversão, não possuo influência alguma. Talvez isso melhore conforme eu melhore minha coragem.

A desenvoltura é extremamente ligada às habilidades da pessoa. Aqui, até betas D possuem desenvoltura em alguma área. Betas D possuem extrema desenvoltura em serem seres abomináveis, inúteis e desprezíveis. Assim, se queremos ser reconhecidos em algo, temos que trabalhar isso até a perfeição. Quero por exemplo desenvolver meu traquejo social, pois só de conseguir ser mais sociável e saber o que falar e quando falar, isso já melhorará minha imagem em 100%, fazendo-me evoluir do nível que estou para algo um pouco melhor.

A motivação é a base de todos os fatores psicológicos. Ela consiste basicamente na vontade de se atingir algo. Porém ela não pode ser passageira, o que levará o beta a não possuir foco no que deve ser sua prioridade.

Por fim, o foco é a noção real da realidade alinhada a todos os fatores acima descritos. O beta deve traçar metas plausíveis e simples, as quais agregarão resultados positivos em sua vida. Isso inclui a questão do beta deixar de lado as ilusões. Você nunca vai ter uma mulher jovial e bela se você for um beta lixo e pobre. Você nunca vai ser rico economizando R$1.000 por mês. Você nunca vai ter um corpo fitness se não investir uma boa grana nisso e se dedicar como fosse uma religião (não basta APENAS usar anabolizantes subdosados paraguaios). Você nunca vai ser respeitado se for um beta desprezível que vive isolado em seu microcosmo pútrido. Enfim, existe a necessidade de se saber onde quer chegar antes de começar a caminhar, além de se traçar metas adequadas ao seu nível de betice. Pare de sonhar com o impossível é se concentre em pequenas metas que estão ao seu alcance. Você não é especial, você é um beta!


Abraço do Pobre-diabo! 

sábado, 13 de maio de 2017

Psicologia diabística: os papeis sociais do beta e porque é tão rejeitado




INTRODUÇÃO

Já falei várias vezes aqui que eu sempre fui um imã para humilhações e bullyings. Por onde eu ia eu era zoado pelos valentões e humilhado e rejeitado pelas garotas. Por ser um beta B nato, mais feio que cu cagando, corpo mirrado e covarde igual uma cadela, eu nunca reagia e mesmo que quisesse eu não conseguia. Lembro que ainda jovem eu ficava em casa arquitetando as respostas que eu daria caso alguém me humilhasse na frente dos outros e até treinava golpes que eu poderia dar caso me batessem. Quando chegava na hora de reagir eu simplesmente travava, contraia todos os músculos do corpo (meu cu chegava a doer de tanto que eu contraia de medo que eu ficava), ficava vermelho e entrava em estado de pânico. Resultado: era mais humilhado ainda.

O que acontece é que você apanha tanto e chega um momento que você não tem mais forças para lutar. Você sente como se já não conseguisse mais vencer as adversidades. Você deixa de reagir. Você não consegue mais reagir. A sua realidade se transforma em algo certo e você não enxerga mais mudanças em seu horizonte. Quando se chega nesse último estágio você já está em depressão, essa maldita doença psicológica, que muitos insistem em dizer que é frescura. Isso tudo é uma junção da sua personalidade intrínseca e psicológico, com questões familiares, sociabilidade afetada, traumas, rejeições, vontades não saciadas, experiências que viveu no passado e que vive no presente.

Entretanto, existe algo que é fundamental para a vida de qualquer ser humano e isso define o quão feliz ele será, pelo menos psicologicamente, que são os papeis sociais que ele compõe e qual o grau de importância que possui nestes. Embora pensemos em milhares de teorias sociais, psicológicas, científicas etc., no fundo, como meros animais pensantes, simplesmente desenvolvemos atitudes, valores, crenças, expectativas, apego e opiniões em relação às coisas e ao meio social e buscamos ser reconhecidos nestes.

OS PAPEIS SOCIAIS DIABÍSTICOS


As pessoas buscam fazer parte de um determinado meio ou grupo social, aprendendo suas normas e regras básicas de relacionamento, apropriam-se do que aprendem e passam a externá-los. Se assim não for, você não é aceito no grupo, lembrando que cada pessoa desempenha um papel diferente neste. Lembra dos malandrões da escola que todos usavam boné para trás, cabelo descolorido e andavam que nem mancos, falavam de um jeito preguiçoso e cheio de gírias? Lembra que sempre tinha um semialfa engraçado, com pinta de líder e que todos seguiam ele?

Esses grupos sociais podem ser vários: família, escola, futebol, igreja, academia, faculdade, trabalho etc. Esses são a referência para qualquer pessoa, escolhendo a forma de agir ou sentir em determinadas situações da vida. Existe, também, os papéis sociais que você tem perante a sociedade, que nada mais é a forma que você é visto, seja um qualificador simples, ou questões profissionais. Podem ser: médico, empresário, policial, professor, aluno, filho, pai, gerente, pedreiro, motoboy, padre, pastor etc. Cada tipo tem o seu prestígio próprio e goza de certo respeito na sociedade e podem determinar certa posição social.

Os nossos papéis sociais é que permitem entender a nossa situação social e podem servir como referência para a percepção de nós mesmos e dos outros. Os diferentes tipos de papeis e a facilidade com que se pode adaptar a eles é que define o quão social você é e, portanto, quão feliz, confiante e importante pode ser. Como tratamos no blog de um ambiente criado por nós, que é o universo alfa-betístico diabístico, que engloba todos os tipos de pessoas e suas personalidades (Alfas, Semialfas, Betas A, B, C e D), denominaremos este assunto como Papéis Sociais Diabísticos. Resumindo tudo o que foi dito e sendo mais pragmático, quanto mais papeis sociais diabísticos você desempenhar e mais reconhecido for nesses grupos sociais, mais feliz você será!

Isso é bastante simples de se exemplificar. Observe um Beta D. Esse ser depressivo só espera a morte. Qual papel social diabístico ele desempenha e qual grupo social ele pertence? Nenhum! Nem contato com a família esse desgraçado tem, quem dirá com amigos, mulheres etc. Outro exemplo seria um Beta B como eu. Tenho bom contato com minha família, porém não sou muito bem quisto. Tenho poucos amigos, que são betas tão escrotos como eu. No trabalho tenho certa reputação, mas não sou nada sociável e indispensável. Qualquer grupo diferente que tento participar sou aquele cara que fica no canto, sem graça e que não fede e não cheira. No meio das mulheres eu me transformo no Mr. Invisível (vocês sabiam que possuo esse poder mágico?). No mais sou um enorme pedaço de bosta fedida. Tem como ser feliz assim?


Observe agora os Alfas e Semialfas. Não importa o grupo social, mas sempre eles são o destaque. Se é no futebol, possuem muitos amigos e todos dão gargalhadas das coisas que falam. Se é na balada, lá eles são destaques e têm mulheres aos seus pés. No trabalho todos querem estar do seu lado e os chefes fazem questão de tê-los ao lado. Na família são os mais queridos. Desempenham sempre papeis importante seja qual grupo estiverem, sendo na maioria das vezes os líderes. Tem como não serem felizes?

Observando minha vida, vejo que sempre fui falho no desempenho de meus papeis sociais diabísticos, vivendo sempre na marginal dos grupos sociais ou mesmo a quilômetros de distâncias destes. Na escola sempre ficava sozinho ou andava com fracassados como eu, na igreja eu só ficava do lado da minha mãe, no futebol era o último a ser escolhido, na faculdade só conversava com betas nerds ou com gordinha feias, nos bares sempre ficava bebendo e não pegava ninguém, no trabalho sempre fui aquele cara sério que não faz brincadeiras porque é sem graça. Juntando tudo isso à minha aparência mais feia que cu cagando diarreia e ao meu psicológico de beta fracassado, tem como do nada eu virar um alfa, virar CEO de uma multinacional, comer as mulheres mais lindas e gostosas e ser o socialzão, amigo de todos? Obviamente que não e é por isso que eu destruo, rechaço e mijo em cima dos argumentos lixos que algum vem vomitar aqui no blog!

Há também alguns conceitos enraizados sobre os papeis sociais em nossa sociedade. Um exemplo são os homens casados. Percebam que nas empresas eles são respeitados mais que os solteiros. Demonstram ser responsáveis, unicamente porque sustentam uma gorda em casa e tem filhos feios para dar de comer. Qual a lógica disso? Olhando sobre outro prisma, os casadinhos se acham de fato mais importantes e responsáveis que você, pois eles também estão desempenhando um papel social, o papel de pai de família. Veja como muitos homens usam isso como argumento em determinadas situações: "Me respeite, eu sou um pai de família!". Ou seja, ele se sente importante, e na cabeça dele talvez seja mesmo, pois como eu disse, quanto mais papeis sociais diabísticos você possuir, mais feliz e importante será.

Observe, também, que pessoas altamente desenvolvidas em seus papeis sociais diabísticos, além de serem sempre destaque nestes, conseguem integrar qualquer outro com facilidade. São felizes, impõe respeito e admiração a todos e muito tesão nas mulheres. A vida destes acaba virando um modelo, pois gozam de status. Todos querem ficar perto deles. Convenhamos, quem vai querer andar com um beta B que não integra nenhum papel social diabístico, isolado, feio, sem dinheiro e é sempre humilhado, não tendo nada para oferecer? Que mulher teria tesão por um ser fracassado desses?

CONCLUSÃO

Enfim, o que define se você é um alfa, semialfa ou beta, além das questões genética e financeira, é o social, e este está fortemente ligado aos papéis sociais diabísticos que você possui. Quanto mais papéis sociais diabísticos você possuir e mais importante for neles, mais social e mais feliz você será e isto refletirá em tudo em sua vida. Veja que pessoas com vários papéis e que são importantes nestes gozam de status, prestígio, respeito, confiança, responsabilidade, carinho e felicidade, sem contar que conseguem integrar qualquer grupo com facilidade e ser destaque nestes. No trabalho possuem os papeis de destaque, perante as mulheres elas são loucas para darem para eles, inclusive elas sempre transam com seus chefes alfas enquanto o maridinho beta B está trabalhando feito um escravo, possuem muitos amigos e sempre estão felizes no meio desses. Por outro lado, quanto menos papeis sociais diabísticos você possuir e menos importante for nestes, mais triste e depressivo será.

Observe, também, que a prática e desempenho que você têm nestes papeis, faz com que tudo mais seja, de certa forma, seja automático. Pessoas com os melhores papeis sociais diabísticos geralmente viram destaque facilmente em qualquer grupo social e consegue tudo o que querem, pois têm toda a expertise, trejeitos, forma de falar, inteligência social, argumentos, forma de agir, experiência e antecedentes para poder conquistar tudo o que querem. Betas, por sua vez, não sabem falar, são sem graça, tímidos, covardes, não impõe respeito e segurança, demonstram ser burros e não ter responsabilidade. Tem como vencer na vida sendo assim?


Abraço do Pobre-diabo


Obs.:
- Temos que definir um horário certo para postagem. Têm sido muito difícil postar na madrugada de quarta e sábado, pois minha vida está uma correria e eu tenho bebido muito para aguentar tudo o que venho passando. Mandem suas sugestões;
- Deem suas opiniões sobre a criação do e-mail diabístico, para que os betas possam participar mais no blog, mandando suas perguntas, fotos, montagens etc, as quais eu poderei postar nas postagens;
- Estou pensando em criar postagens especiais, como notíciais, reflexões sobre algum tema específico ou até contar histórias minhas ou de alguns betas do blog. O que acham?