sábado, 19 de agosto de 2017

A Teoria da Evidência Diabística (TED)



INTRODUÇÃO

Olá, amigos betas! Comecei a escrever este post pelo celular, sentado em uma mesa, comendo e tomando um líquido divino. Não, dessa vez não era o elixir dos deuses que eu bebia (cerveja artesanal). Estava tomando um delicioso capuccino e comendo um sanduíche em um café da minha cidade, depois de ter encerrado um dia cansativo de trabalho. Eis que olho para o lado e vejo uma mesa com três lindas garotas e a outra mesa com duas. Provavelmente se encontraram antes de ir para a faculdade (tem uma próxima desse local) e já deveriam estar preparadas para emendar uma saída no final da aula, planejando para qual alfa iriam dar. É incrível como só de olhar para essas desgraçadas já começamos a imaginar besteiras. Eu, por exemplo, já comecei a lembrar das orgias que já fiz com algumas damas da luxúria e se seria possível fazer com elas também. Óbvio que não! Qual atrativo eu teria naquele momento? 

Como era de se esperar, nenhuma delas sequer olhou para mim, afinal, que mulher iria se interessar por um beta B mais feio que cu cagando, um secador nato de vaginas e campeão na modalidade de ser o mais broxante? Como sou desconfiado de tudo, ao vê-las rindo, imaginei que fosse dessa minha cara de bostão, mas acredito que não, pois naquele momento eu era invisível para elas (queria ver se elas vissem eu saindo de dentro de um Audi R8 se seria assim também). É claro que eu não fiquei surpreso por isso, pois minha vida toda foi assim, ou seja, sendo rejeitado e humilhado pelas mulheres, sofrendo de todo o tipo de betafobia e misobetia (medo e ódio de betas), além dos terríveis bullyings de semialfas e alfas (as vezes até de betas como eu, pasmem!). Ou seja, isso não me afeta mais, pois estou calejado, reconheço e aceito a minha realidade de beta. A Filosofia Diabística me ajudou muito com essa parte, pois uma vez que você abre mão dessas coisas, você deixa de se frustrar.

UM POBRE-DIABO SENDO DESTAQUE


Enfim, fiz essa introdução para vocês entenderem aonde quero chegar. Antes disso que eu contei, estava eu em uma reunião e aconteceu algo diferente comigo e que motivou a escrever esse post. Várias pessoas andando para todos os lados e eu todo atarefado tentando deixar tudo dentro dos conformes para a minha equipe. Percebo que uma jovem garota, estagiária talvez, de 21 anos no máximo, passou várias vezes na minha frente. Que corpinho gostoso! Tentei disfarçar, até porque não pega bem você em seu ambiente de trabalho ficar secando mulheres. Passei a notar que ela ficava me olhando o tempo todo. Obviamente que isso aconteceu pela minha posição de destaque lá, pelos caras na minha posição serem casados, acabados ou gordos e talvez porque ela deve ter visto eu junto com a Ria, que é uma 7,5 (não assumi para ninguém, mas essas coisas se espalham fácil) e isso  fez ela se interessar por mim e não me ver como um beta B imundo que eu sou. 

Não irei tentar nada com ela, pois eu posso perder minha comida fixa e fácil na Ria e posso até me queimar na empresa, pois sou visto como um cara sério e isso não pegaria bem lá. Mas a vontade é grande, pois ela é bem gostosinha e nós homens queremos a todo momento mulheres diferentes e isso é explicado pela ciência e está em nosso instinto, além de ser extremamente raro acontecer isso com um beta B tosco como eu, que nem balzacas se sentiam atraídas. Imaginem se fosse como na natureza em que é apenas a condição genética que impera, ou o macho é alfa, forte e domina todos, ou ele será uma presa fácil e jamais irá se reproduzir? Vejam os leões, por exemplo, em que o macho alfa, forte e poderoso, expulsa o anterior do grupo, toma todo o harém de fêmeas dele, mata os filhotes do antigo macho alfa, deixando as leoas loucas de tesão, e transa com todas elas. Os leões fracos não têm nem oportunidade de viver com outros leões, vivem às margens, não trepam e morrem cedo. Ainda bem que como humanos temos o dinheiro e o poder que podem salvar betas fracos como nós.

O fato principal deste post é que se pensarmos de forma global, como sou um beta B mais feio que cu cagando, que ostenta a pobreza, a fraqueza e a breguice, será absolutamente normal que eu seja invisível e objeto de repulsa das mulheres. Então não faz sentido algum, se fosse o caso de querer "pegar" mulher, ficar indo em baladas ou bares, pois são ambientes hostis em que eu seria trucidado por alfinhas e visto como um excremento humano e fedido pelas mulheres. Para quem pensa nisso, o mais sensato seria aproveitar sua condição de destaque em nichos acessíveis e que o beta possa ter algum tipo de reconhecimento, como no meu caso que tenho uma posição de destaque e evidência no trabalho, mas em outros lugares sou um completo fracassado. 

A TEORIA DA EVIDÊNCIA DIABÍSTICA (TED)


Isso que aconteceu pode ser explicado facilmente pela Teoria da Evidência Diabística ou simplesmente TED, que explica exatamente o porquê de certos casos vermos betas horrorosos com mulheres muito melhores que ele fisicamente, como é o meu caso atualmente, ou até betas que saem com várias mulheres por aí e têm uma vida sexual mais ativa que os demais que são virjões por natureza. Uma vez que você se torna evidência em algum ambiente ou alguma situação, você desperta a curiosidade e vontade das fêmeas, pois elas sempre se atraem pelo macho que impõe mais respeito e poder, aquele que poderá despertar novas emoções, garantir conforto, status e prazeres para ela, lembrando que a aparência física tem a sua parcela aí também, porém menos que as outras. Ou seja, na TED o beta ganha mais força em ambientes específicos que no geral.

Acontece muito frequentemente de a fêmea só frequentar determinado tipo de ambiente e ser alí o único local de convivência dela com machos, como por exemplo uma igreja. Se lá só tiver um beta B, no meio de vários betas C, é óbvio que o beta B será o destaque naquele local, mas não será destaque na faculdade onde existem muita alfas, sendo isso explicado pela TED. Alguns casos práticos de betas favorecidos pela TED: beta que assume uma posição de destaque em uma empresa, beta que compra um carrão, beta que é o líder em grupos de amigos, beta forte em uma academia que chama a atenção pelo porte, beta que se destaca em algum hobby, beta com fotos que chamam atenção em aplicativos, beta que usa uniforme da polícia, sendo objeto de desejo das mulheres, etc.

Destaque-se aqui que isso não exclui a Filosofia Diabística, que prega o desapego e, acima de tudo, a busca pelo auto prazer e conforto, mas poderia ser um adendo ou um complemento a ela que pode explicar muita coisa para os que como eu são viciados em sexo e promiscuidades ou os otários que buscam relacionamentos. Ou seja, uma saída para o beta que quer mulher é parar de se enganar com princesas lindas e gostosas, achando que a ganhará com um bom papo e sendo um bom menino não importa onde for. Antes de tudo o beta deve olhar para si mesmo e se desenvolver de forma diabística, priorizando o seu financeiro, intelectual, psicológico e social. A partir daí, ganhar reconhecimento nos ambientes e atividades que frequenta, como o trabalho, nas amizades, nos hobbies, igreja, faculdade etc. Saliento aqui que o dinheiro salva o beta em todas as condições e, mesmo que não faça ganhar mais prestígio (que é quase impossível não acontecer), vai comprar todos os prazeres que ele quiser. Cabe destacar que a TED também é válida para questões profissionais, nas amizades e em outros nichos. 

CONCLUSÃO

Enfim, destaquei aqui o poder que a TED tem de causar diferentes impressões nas mulheres e até nas outras pessoas e grupos diversos. Em ambientes em que somos desconhecidos nossa betice aflora e nos tornamos altamente detestáveis. Entretanto, em ambientes específicos, sem muitos alfas, em que somos conhecidos e temos um destaque positivo, acabamos contornando alguns problemas de betismo e sendo vistos com outros olhos, desta vez de forma positiva, como é o meu caso que mesmo sendo um beta B mais feios que cú cagando atraí duas gatas nesses últimos tempos. A TED explica não somente a parte da atração, mas também a forma como somos vistos profissionalmente, nas amizade e em qualquer outro grupo. Portanto, betas, fica a lição principal aqui: cuide sempre da sua imagem, procure ambientes fáceis para você se destacar e se desenvolva de forma diabística! 


Um abraço do Pobre-diabo! 


Obs.:


- Mandem suas sugestões, perguntas, denúncias e críticas para o e-mail diabístico, prometo responder todos, mesmo sendo difícil pela enorme quantidade que tenho recebido. 

- Ajudem a denunciar as figuras repetidas de sempre que comentam deslogados e ficam enchendo o saco escrevendo inverdades no blog, afim deste reduto continuar sendo referência para os betas de todos os cantos e manter o seu nível de excelência.

- As coisas foram agitadas no último post e os betas puderam ver até onde chega a crueldade, ambição e desonestidade das pessoas. Estou falando de uma pessoa que se fez de amigo, pediu a ajuda e depois esfaqueou pelas costas este pobre-diabo, criando comentários como anônimo e aceitando outros denegrindo nosso reduto e incentivando o ódio. Não perderei mais tempo com este sujeito, apenas ele não será mais bem vindo em nosso ambiente de camaradagem betística. Aqui brigamos, discutimos, xingamos, damos porrada, mas sempre como homens, nunca fazendo joguinhos e nem atacando pelas costas. Quem faz isso, fica fazendo floods e comentários de ataque deslogados não merece o respeito dos betas desse recinto. Serão ignorados . 

- Esclarecendo às perguntas do passarinho, antes do boom imobiliário de 2008 os imóveis estavam subvalorizados. Para quem não viveu essa época, o boom começou em 2008 e se estendeu por mais tempo. Eu consegui pegar o embalo antes dos imóveis estarem com um preço impraticável como estão hoje (não comprei em 2008), pois naquela época eles estavam muito mais baratos (dependendo da região, alguns estavam até 5x mais baratos que o seu preço atual devido a vários fatores como localização ainda não valorizada, preços baixos, etc). Como existem betas extremistas e que invariavelmente são burros, estes não sabem que para comprar um imóvel na planta não precisa ter uma puta entrada (eu dei uma razoável para a época), mas uma quantia que sirva como garantia de que você vai continuar pagando. Como os preços eram mais acessíveis, não é de todo impossível um beta jovem como eu ter conseguido comprar naquela época. Os betas extremistas aqui estão confundindo comprar à vista com comprar financiado, o que qualquer um que não fosse um completo fodido conseguia fazer naquela época. Eu tive a chance de ter a escolha certa no momento certo. Contudo, ao invés de pagar as parcelas uma por vez, eu antecipava as últimas junto com as primeiras, já que o CDC dá um bom desconto caso isso seja feito, além de ir amortizando a dívida com bônus que recebia e os aumentos de salário que fui recebendo, o que me permitiu quitar rapidamente o imóvel.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Exigências absurdas das mulheres para um beta


Saudações diabísticas, caros betas. Mais uma vez estamos aqui para tratar de assuntos condizentes à nossa condição betística em relação à realidade sofrida que vivemos. Não bastando sermos ignorados, humilhados e ridicularizados, ainda temos que aguentar todas as ofensas e exigências da sociedade postas a nós como se estivéssemos numa condição privilegiada em que ser um beta ridículo e mais feio que cu cagando fosse uma dádiva divina por ter nascido com um badalo no meio das pernas.

Sinceramente, não sei o que passa na cabeça das mulheres e dos manginas ao defenderem suas posições absurdas. Como um homem pode defender que as mulheres tem direito a isso e a aquilo só pelo fato de serem mulheres? Que um direito delas hoje é decorrente de uma compensação histórica, seja pela diferença salarial entre os sexos no passado, seja por qualquer outro motivo implausível? Estas mulheres de hoje não sofreram o que as mulheres de passado sentiram na pele, logo não devem adotar o discurso de que são vítimas como elas foram. Se for para levar a questão da compensação histórica a sério, então os homens tem que ser compensados por terem se envolvido em guerras, nas navegações e em todas as atividades em que a condição masculina foi primordial para o desenvolvimento. Querer garantir privilégios apenas porque nasceu numa "condição oprimida" é o mais evidente sinal de desonestidade moral e intelectual possível, haja vista que a pobreza e o desprestígio não escolhem sexo, raça ou cor.

A assertiva acima se justifica pelo fato de que independentemente do sexo que você nasça, se você nasceu pobre e sem prestígio isso não significará que você possuirá mais (ou menos) benefícios por ter um ou outro gênero. Você é apenas um componente de toda uma engrenagem complexa que é a realidade. A partir do momento em que você não presta, você é substituído. Se você desempenha um determinado tipo de atividade com maior proeminência que seu concorrente, logicamente você será escolhido no lugar dele. E vice-versa. O importante no mundo real é o montante do retorno que você produz e não se você faz parte do grupo dos machos ou das fêmeas.

Ria: Pobre-diabo, o que é essa linguiçona de 24cm? Assim eu não aguento!!

E é aqui que entra o problema das exigências absurdas que as mulheres fazem para um beta. Como todos vocês estão cientes, estou comendo uma gata nota 7,5. Ela cavalga o palmito diabístico como se precisasse vencer uma competição de montaria em um touro mecânico. Além disso, ela chupa o chouriço diabístico a ponto dele latejar e implorar para ejetar o seu líquido leitoso precioso, pois parece que para ela este é a última fonte de leite humanoide existente na nossa galáxia. Porém, em razão do meu complexo desenvolvimento diabístico, obviamente não cederei aos encantos feminísticos que toda mulher inatamente parece ter. Eu sei muito bem que o interesse dela é se aninhar* em meu ambiente doméstico diabístico a fim de obter o conforto necessário que minha condição patrimonial, financeira e social proporciona. Ela quer fazer parte da vida do Pobre-diabo porque sabe que a minha capacidade de gerar renda (logo, gerar conforto) é muito superior a de todos os homens com que ela já passou ou um dia passará. 

(* aninhar significa acomodar-se confortavelmente com o intuito constituir família)

Admiro a astúcia da Ria em relação aos seus objetivos. Porém sinto pena dela por ter se envolvido com um beta diabístico mais astuto que ela como eu. Fatalmente seu futuro será acabar em um matrimônio com um homem não diabisticamente esclarecido, o qual a tratará como uma virgem sem saber da vida de devassidão de sua amada. Alias, o fato de alguns betas imbecis estarem me considerando um mangina por estar a comendo nessas duas semanas que estou com ela me irrita um pouco, visto que apenas quero penetrar meu membro viril nas cavidades feminísticas da Ria. Como ela é especialista em engolir (independente de qual cavidade) o membro deste beta diabístico, enquanto ela não me pressionar por um relacionamento sério, vou continuar a comendo.

Identifico, contudo, que as exigências da Ria começaram a aumentar. Ao me conhecer, ela pouco se importava em transar comigo no meu carro diabístico. Chupava a manjuba diabística com um furor inimaginável a ponto de eu ter que a puxar pelos cabelos por medo dela arrancar meu membro viril com o vácuo formado pela sua devassidão oral. Sua cavalgada chegava a ponto de me dar cãibras sem eu ter sequer que fazer qualquer esforço pélvico. Como todos nós sabemos, as mulheres não gostam de sexo com betas sem atrativos sexuais, pois elas só transam para gerar segurança (à elas) ou quando possuem alguma exigência à vista. O mesmo não ocorre com alfas com excesso de testosterona, pois para eles as mulheres se esforçam em parecer o mais fogosas possível. Dessa forma, quando uma mulher está se esforçando demais para betas nojentos como nós, mais feios que cus peludos cagando, nosso sensor diabístico se acende, demonstrando que existe algo de errado. Como sei que sou um beta horroroso e detestável e notei que a Ria começou a falar que uma cama é mais confortável para transarmos e que o carro não proporciona mais a mesma experiência, meu sensor antianinhamento se acendeu. Não negarei que ela já dormiu algumas vezes comigo, mas obviamente ela quer instituir a rotina de transar em minha casa, o que criaria uma identidade de casal entre nós. Por conseguinte, não cederei à sua proposta dissimulada, pois a partir do momento em que eu aceitar a minha liberdade estará comprometida. Se eu a levar a motéis, o custo em penetrar um orifício que já me é conhecido será dispendioso demais em minha carteira de gastos mensais, o que não é interessante.

Além do citado, a Ria começou a cobrar atenção. Ela diz que não presto atenção nela, no que ela diz e no que ela faz. Sinceramente, eu não tenho interesse algum pelo que ocorre no mundo feminino dela. Qual a dificuldade dela entender que eu só quero a comer? Se ela fez isso, fez aquilo, o problema é todo dela. Que conte para o amigo mangina, para o amigo gay, mas não petule a paciência de um beta diabístico com um assunto que não lhe é atrativo. O mesmo vale quando ela começa a comparar o meu comportamento com o de betas que namoram as suas amigas. Sério, vocês aceitariam ser amigo de um beta que vai fantasiado de cavalo a uma festa apenas para agradar a namoradinha que quer aparecer para as amigas? Odeio pessoas sem personalidade.

Percebo que minha convivência com a Ria está próxima do fim. Minha vida com as damas da luxúria e as cervejas artesanais (digo, elixir dos deuses) acabaram com qualquer tipo de romantismo que anteriormente existia em mim. A quantidade de mulheres que passou pela minha manjuba diabística me fez perder qualquer sensibilidade que uma vez existiu em minha pessoa. Acho isso muito complicado, pois perdi os referenciais do que seria uma vida simples de um homem casado. Não me satisfaço mais com o que mundo me apresenta como o comum. Não me satisfaço mais com o que eu acho que é satisfatório. Apenas me satisfaço na busca da saciedade dos meus prazeres. Os prazeres diabísticos.


Um abraço do Pobre-diabo!


Enviem suas opiniões, histórias e críticas ao email diabístico: pobrediabo@protonmail.com.

sábado, 12 de agosto de 2017

O namoro diabístico


E cá estou eu, este pobre-diabo, mais uma vez reflexivo e com a cabeça quase explodindo devido a um turbilhão de pensamentos que invadem minha mente perturbada. Não tem como ser normal sendo um beta B, mais feio que cu cagando, cheio de traumas do passado e com traços de autismo. Faço, então, o uso dos meus remédios anti depressivos, que na verdade são um tipo de substância diferente, mas que atingem o mesmo efeito de me acalmar e entorpecer minha mente, que eu denomino "elixir dos deuses", ou simplesmente cerveja artesanal. Confesso que se eu estivesse à beira de um precipício, segurando em uma mão um amigo e na outra um galão de IPA e tivesse que escolher apenas um para salvar, eu pensaria duas vezes em quem eu salvaria... 

De repente, fico feliz. Na verdade mais anestesiado que feliz, mas pelo menos não triste. Começo a fazer uma auto reflexão e ver que minha vida não é tão ruim assim. Mesmo sendo um beta horroroso, sem graça, covarde, brega e fracassado, eu tive conquistas, de certa forma, expressivas em minha vida, considerando essa aberração humana que eu sou e sempre fui. Tenho um bom imóvel e carro quitados, um bom dinheiro poupado/investido e recebo um bom salário. Tenho comido boas comidas, tomado deliciosas cervejas artesanais, transado com lindas garotas em incríveis menages (leiam os meus posts sobre essas incríveis experiências) e agora estou namorando com uma garota 7,5 (isso mesmo que vocês leram). 

Antes que vocês falem coisas idiotas, já deixo claro aqui que a única coisa que eu quero de Ria (nome dado em homenagem a uma bela atriz) é prazer. Sou um beta experiente, jamais torraria dinheiro em relacionamentos, apenas o básico para manter a minha fêmea interessada em mim e sentindo-se na obrigação de chupar o picolé gigante diabístico e cavalgar nesse membro colossal. A partir do momento que ela começar a regular sexo ela será expulsa de minha vida, pois eu não crio expectativas para nada além disso. Amorzinho, companhia, exibição de namorada em público, carinho e demonstrações de afeto são para otários, para quem ainda não se desenvolveu diabisticamente. Não pedi ela em namoro, apenas disse que estava gostando de sair com ela e que a queria mais presente em minha vida. Estávamos em um bom restaurante, então isso fez a garota se emocionar e encarar isso como um pedido de namoro. Ao entrar no carro, já recebo um boquete maravilhoso e finalizo a noite com um sexo diabístico em minha diabo-house. 



Ria é uma mulher atraente e com quem você consegue conversar bons assuntos, não os meus preferidos, pois mulheres são desprovidas de pensamentos racionais e lógicos poderosos masculinos, porém assim mesmo ela consegue ser legal. O sexo dela é muito bom, destacando-se as carícias orais que a bela dama faz. Ela abocanha a mandioca diabística, engole, dá cuspidas na cabeça e lambidas nas bolas. Eu acredito que ela tenha chupado muito pirulito, sorvete e picolé em sua vida e por isso tem essas habilidades (estou sendo sarcástico). Obviamente que ela já deve ter chupado dezenas ou centenas de pintos, mas eu quero casar com ela? NÃO! Apenas quero seus orifício rosados. O que ela quer com um beta B, tosco como eu, senão o que eu posso oferecer a ela, uma vez que ela acredita que eu tenha influência, poder e grana? O que é certo é que se eu perder algumas destas coisas, imediatamente perdi ela. Então porque não tratar ela assim também?

Ja vou deixando avisado que se algum beta começar a falar de amor aqui, que eu devo respeitar Ria e pensar em casar e ter filhos, eu irei o rastrear, descobrir onde mora, pegar pelo colarinho com a mão esquerda e com a direita encher a sua cara de murros! De uma vez por todas, amor não existe! A Filosofia Diabística ensina que o beta deve sempre pensar em si mesmo, no seu sucesso, no seu conforto, no seu prazer e nos seus objetivos. O beta necessita trabalhar o seu mental, desapegar dos conceitos culturais que nos aprisionam e buscar a racionalidade e lógica sempre. Extremismos e ilusões não levarão ninguém a lugar nenhum. O mal dos homens é achar que mulher é algo imprescindível em sua vida. Se for parar para pensar, para que elas servem realmente? Nada! O dinheiro substitui qualquer coisa que elas possam oferecer. Por isso não fique sonhando com a sua musa loira, alta e linda. O que você tem a oferecer? Você ganha 20k por mês? Sim? Ainda é pouco para você que sonha em ter uma modelo ninfeta e panicat sendo um beta imundo e velho, não esquecendo que ela destruirá o seu patrimônio e não te dará sexo. 

Lembrem-se sempre disso, caros betas diabísticos, mulher é como fosse qualquer outro bem, você terá que pagar por ela. É claro que não diretamente, como fazemos com as damas da luxúria, as quais eu tenho um extremo carinho e respeito, mas indiretamente através do conforto, atenção, emoções e programas que você deve proporcionar a elas, senão você será um chato secador de vaginas, altamente substituível por Ricardos melhores que você. Na verdade, você sendo um beta, qualquer semialfa ou alfa com mais dinheiro atrairá a atenção da sua garota, não tem o que fazer, meu amigo. Por isso, nunca se iludam com seus rostinhos angelicais e seu jeitinho meigo, pois elas são cruéis e interesseiras por dentro. Só querem o que você tem para oferecer. Portanto, o beta diabístico agirá da mesma forma, só estará interessado no que a garota poderá lhe oferecer. 


Na foto de cima temos um beta iludido que sempre acreditou no amor. Ele casou com 22 anos com sua namoradinha que já dava indícios que engordaria muito. Hoje ele não tem dinheiro para nada e vive uma vida de merda para sustentar sua esposinha. Já não fazem sexo há 7 anos e meio. Na foto de baixo temos o Pobre-diabo com seus 38 anos, com uma vida de conforto e prazeres. Ele sempre buscou se desenvolver de forma diabística e nunca se iludiu no amor, pois isto não existe. Hoje ele colhe os frutos do seu esforço, pois sempre soube que só o dinheiro salva!

Betas, se a relação começar a desandar e a ficar muito cara, caiam fora! Se a moça começa a exigir viagens, restaurantes e presentes caros, está na cara que ela só pensa no conforto dela e não está nem aí para você e para o seu querido patrimônio, que você suou tanto para conquistar. Caso você esteja nessa situação, perceba que a essa altura você provavelmente nem deve estar mais fazendo sexo direito como antes e quando faz é aquele sexo mecânico e sem graça. Essa é a lei geral das mulheres, que eu resumo em: ganhar o máximo fazendo o mínimo. A essa altura é um peso para ela transar com você. Elas gostam de emoções e ver um beta barrigudo de pinto fino deve ser a coisa mais desagradável de se ver para ela. O que ela quer então? Emoções, diversões, conforto, presentes, viagens, comidas gourmet e status. Você acha mesmo que ela trocaria uma tarde de compras de sapatos e bolsas no shopping por uma tarde de amor, fazendo sexo com um beta desengonçado e escroto como você? Dá mesma forma, eu jamais trocarei uma saída no bar com amigos ou minhas melhores amigas, as IPAs, Stouts e as damas da luxúria, por mulher alguma! O importante é sempre o MEU prazer e conforto!

Cabe ressaltar que têm alguns betas em nosso meio que estão afundados no engodo da aparência física. É óbvio que ter um bom físico é importante, entretanto, mais para a sua aparência e saúde e não para ser um pavão exibido. Uma barrigona e tetas nojentas faz você parecer um desleixado, fedido e escroto; um corpo magrelo anêmico faz você parecer uma marica, fracote e covarde. Por isso é bom manter um corpo saudável, mas que não prejudique a sua saúde e nem os seus investimentos. Vocês acham mesmo que um beta escroto e pobre (como um que nós conhecemos aqui) vai ter o corpo do Jeff Seid, que é um riquinho famoso, fisiculturista e que gastou anos e muito dinheiro com o seu corpo? O excremento iludido acha que gastando milão com bombas paraguaias e comendo ovo, pescoço e pata de frango terá um corpo igual ao dele. Tenho pena desse coitado, que apenas usa bombas lixosas e tem um corpo inchado e retido de tanta água. O deficiente mental gasta todo o seu salário mínimo nisso em troca de pegar uma ou outra favelada. O importante é o dinheiro. Ele te dará poder, prazer e conforto! Eu mesmo posso ter damas lindas toda semana em minha cama, mulheres que esse sujeito jamais conseguiria ter. Basta apenas ter dinheiro. 



É óbvio que as fêmeas se atraem por beleza e um belo corpo sim, entretanto, é só pela emoção momentânea (pois elas são viciadas em novas emoções). Por isso que elas adoram chifrar seus maridos com seus chefes e com alfas. Pegar um macho muito melhor que seu namorado/marido beta B, que demonstre ter poder e dinheiro, uma emoção violenta para elas e não tem corpo bonito ou beleza facial que segure isso. Ou seja, o tesão delas está na emoção do momento e não nesse seu pintinho murcho e pequeno. O poder sempre vence, meus caros amigos, e o poder, para nós betas, resume-se em dinheiro. Enfim, o que eu quero deixar claro aqui é que nunca devemos nos entregar numa relação e nem acreditar no amor. Por mais que a sua namoradinha seja uma mulher exceção e uma santa, ela ainda possui o instinto de sobrevivência feminino, e não, ela não é diferente das demais. É só aparecer um cara melhor que você (que ela veja um bom potencial em termo de conforto e status) que ela já começará a te tratar friamente e pensará em te trocar por ele. Então, não me venham falar em fidelidade, betas, isso é coisa de iludido. 

Por fim, eu resumo aqui o namoro diabístico como uma troca de favores. Ela só quer o que eu posso oferecer e eu também só quero o que ela pode me oferecer. A diferença é que somos sutis e não falamos isso um ao outro. Como sou extremamente racional e lógico, eu irei fazer cálculos mensais de quanto estarei gastando com a Ria e o que estou recebendo em troca. Se começar a ficar caro e superar o custo benefício dos meus elixir dos deuses e das minhas damas da luxúria, Ria será convidada a se retirar da minha vida diabística. Pretendo gastar pouco nessa relação e atualizarei os camaradas betas aqui em nosso reduto internacional viril betístico diabístico. Assim é que deve ser um namoro diabístico, sempre pautado e medido pelo seu custo benefício, nunca abrindo mão de seus prazeres (no meu caso, as cervejas artesanais e as damas da luxúria). Se elas pensam assim, nós betas pensaremos assim também. Nunca esqueça um dos principais ensinamentos da Filosofia Diabística: pense sempre em você mesmo, no seu conforto e no seu prazer!


Um abraço do Pobre-diabo! 

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A tristeza de ser um beta velho



O tempo chega para todos, caros amigos betas diabísticos. Até o final deste mês estarei completando mais um ano de vida. Embora muitos comemorem uma data tão desprezível como aniversários com gastos idiotas em festas para pessoas que sequer te convidariam para uma festa mais sem graça que confraternização de escritório, fico horrorizado ao ver estes tipos de comemorações ocorrerem em baladas ao meio de pessoas que sequer te conhecem e sequer lembrarão de algo por causa da influência alcoólica.

Isso que falei acima é algo totalmente idiossincrático. O motivo principal de se ir a uma balada é tentar se divertir (para beber e/ou para pegar mulheres, pois homem não sai para dançar), porém isso será impossível caso você vá sem dinheiro e sem amigos. Ultrapassada essa questão, seu divertimento (bebida e/ou mulheres) será proporcional à quantidade de dinheiro gasta e à imagem social sua e de seus amigos. Logo, de que me adianta fechar um camarote em uma balada se nela eu só poderei colocar uma quantidade pequena de bebidas (visto eu ser um beta extremamente pão-duro), minha aparência ser mais zoada que a cara do Cerveró quando ele faz careta e meus amigos serem mais feios que cu cagando e mais sem graça que as piadas da Praça á Nossa? O principal numa balada é ser o destaque da festa, o que custará uma boa quantia pecuniária quanto mais desconhecido, feio e sem graça você for. Como não tenho feitio algum em aparecer e gastar dinheiro com algo que não seja para meu puro, total e definitivo prazer, apenas barangas e bêbadas medianas se oferecerão para nós e somente enquanto existir bebida a ser consumida. Por isso prefiro comemorar meu aniversário sozinho e bebendo os elixires dos deuses, as cervejas artesanais.

Betas velhos se confraternizando e se achando engraçadões

Além da questão acima citada, uma coisa que percebi com o tempo são os desgastes decorrentes da idade. Psicologicamente, já não tenho mais o mesmo pique para correr atrás de mulheres, assim como não consigo jogar papo fora acerca de futilidades com pessoas burras. Não possuo mais a necessidade de ganhar uma discussão, mesmo quando possuo todos os argumentos para refutar completamente a tese contrária. Tenho mais paciência em lidar com pessoas simples, assim como aprendi a me dedicar mais a mim para me satisfazer que realizar vontades alheias que me farão infeliz. Ou seja, muitas das coisas antigas já não tem graça nenhuma e as novas não se apresentam tão atraentes.

Fisicamente, percebi que meu corpo não possui a mesma disposição para atividades que antes para mim eram incansáveis. Correr vivou algo tão dispendioso que eu prefiro trabalhar a ter um hobbie que exija esforço físico continuado. Chistosamente, minha resistência sexual aumentou, ainda mais agora que estou comendo uma gata nota 7,5. Etilicamente, minha resistência alcoólica aumentou, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. É bom pois posso beber mais, mas é ruim porque para ficar bêbado eu tenho que ingerir uma quantidade maior do líquido sagrado. E como todos sabem, cerveja artesanal chega a ser às vezes três vezes mais cara que a cerveja industrial. As rugas começam a aparecer e ao me olhar no espelho eu não aceito que aquela cara feia e velha seja minha. Minha sorte é que pelo menos eu não tenho problemas com calvície, porém começaram a crescer pelos na minha orelha. Isso é ridículo.

Pobre-diabo velho e a sua gata 7,5 na praia

Socialmente, não estou conformado com os comportamentos e os padrões estabelecidos para pessoas que têm a minha idade. Um exemplo disso são os meus amigos e conhecidos dos quais alguns já estão no segundo casamento e têm de um a três filhos, às vezes com mulheres diferentes. Eles pagam pensão e parecem não se incomodar com isso, como se fosse algo natural. Não possuem nada a não ser pessoas inúteis que dependem deles e os fazem gastar incontrolavelmente, gerando dívidas e mais dívidas. Para alguém da minha idade esse é o padrão social exigido, porém como eu sou um ser diabístico meu patrimônio não será dilapidado (nem meu psicológico torturado) apenas porque alguém acha que o fato de eu não ser casado e não possuir filhos quer dizer que eu esteja errado ou que possua algum problema. Falando nisso, a gata 7,5 que estou comendo, a Ria, achou muito estranho o fato de eu não ser casado e não possuir filhos, ainda mais tendo o patrimônio e a renda que possuo. Inclusive ela achou que eu estava mentindo apenas para parecer um bom partido. Ao confirmar e dar a certeza que eu não estava mentindo, o interesse dela nesse Pobre-diabo ficou ainda mais evidente. Ai dela se ela soubesse que meu interesse é unicamente o que ela como mulher pode me oferecer.

Ademais, tenho percebido que o fato de eu ser um homem solteiro e bem sucedido financeiramente não é suficiente para gerar segurança em meus pares e superiores. Quantas vezes percebi que por ser mais jovem que eles, porém não ser casado e não ter filhos, transmitia a ideia de que eu era irresponsável. O que um casadinho que possui uma estrutura financeira toda fodida e fez a merda de por no mundo alguém que não poderá desfrutar da melhor preparação para ser alguém de sucesso tem a ver com o fato de eu não ser responsável? Claro que acho que é a inveja deles da minha vida desprendida de responsabilidades inúteis que motiva esses comportamentos. Talvez agora que estou ficando mais velho isso mude. Talvez não.

Casadinhos do meu trabalho fazendo graça para entreterem as esposinhas chatas e velhas

Enfim, apenas quero me desculpar com vocês por ter atrasado tanto o post, mas isso ocorreu porque eu o iniciei ontem a noite, mas apaguei por estar bêbado e exausto. Eu tinha desfrutado exageradamente das cervejas artesanais e da companhia da minha gata nota 7,5, a qual cavalgou o palmito diabístico com o furor de uma amazona, a maestria de uma ninfomaníaca e a insaciedade de uma tresloucada. Nem um Pobre-diabo transador como eu aguenta um combo desses a pique. Na verdade, acho que estou ficando velho mesmo...


Um abraço do Pobre-diabo!


PS: enviem suas sugestões no email diabístico (pobrediabo@protonmail.com) para colaborarem com o blog com ideias, histórias e se possível até posts dos betas!

sábado, 5 de agosto de 2017

Diaboladas n°3


Olá, betas! Como hoje é o primeiro sábado do mês de agosto, temos as famosas DIABOLADAS, que são um formato de post em que são apresentadas notícias destaques na imprensa que permitem grande reflexão por parte dos betas, uma vez que somos bombardeados por notícias terríveis todos os dias que escancaram a realidade betística as quais nos deixam inquietos de tanta raiva por existirem seres tão toscos, escrotos, ridículos e insignificantes como nós (betas), que fazem coisas idiotas, covardes, vergonhosas e emasculantes. Na sequência fazemos nossas observações e reflexões, segundo a filosofia diabística. 

Hoje estou feliz, pois tive uma noite agradável. Duas necessidades básicas minhas foram supridas, quais sejam: sexo e cerveja artesanal. Não preciso de muito para ser feliz. Quero só conforto, tranquilidade, sexo, comer bem, ter meus hobbies e, principalmente, tomar o elixir dos deuses, ou seja, minhas cervejas artesanais. A felizarda que provou o gosto do palmito diabístico e o seu elixir foi a mesma da semana passada, a qual darei o nome de Ria (em homenagem a uma belíssima atriz loira muito safadinha). Ela é uma pessoa legal, agradável e no sexo é empenhada, dá para ver que tem uma boa experiência nisso. Obviamente que eu sei que ela está tentando agradar para tentar um relacionamento até porque eu não sou um cara atraente e sedutor, porém meu salário, emprego e carro podem ser.

Enfim, o que me chamou atenção na garota foi que ela fazia tudo para me agradar. Concordava com tudo que eu falava, ria das coisas sem graça que eu falava e esteve com sua boca ocupada o tempo todo (se é que me entendem). É legal ver quando as garotas enxergam um potencial em você. Elas deixam de lado todo o feminismo e aquele jeito nojento, betafóbico e misobetístico delas. Isso não acontece quando elas sentem que tem mais barganha que você, ainda mais se for um beta B. Tratariam você como um lixo e seriam feministas ao extremo. Enfim, isso me motivou a escrever o post de hoje, as Diaboladas n° 3!

EX-BBB FANI PACHECO FAZ ENSAIO CONCEITUAL EM APOIO À CAUSA FEMINISTA



"Com 15 kg a mais, a ex-sister quer derrubar os padrões machistas e os padrões de beleza culturais". É assim que iniciou a reportagem. Outrora famosa e desejada por possuir um belo corpo, hoje ela, com seus 35 anos, sai por aí falando que é uma gordinha feliz, que vai quebrar os padrões de beleza e que somos machistas. Não querida, você não é feminista, você é uma gorda, velha e escrota. Nós betas, conscientes da filosofia diabística, nunca seremos enganados por seus engodos "pseudofeministicos", pois você não é mais uma mulher atraente, você não tem mais barganha, você está provando um pouco do que é ser um beta. Entenda de uma vez por todas: VOCÊ É PASSADO, POIS SEU TEMPO DE GLÓRIA FICOU HÁ 10 ANOS ATRÁS. ASSUMA A SUA GORDURA E SEJA FELIZ (DIGO, TRISTE).

MULHER ENCONTRA MARIDO MORTO NO SOFÁ E ATUALMENTE NAMORA O ANTIGO CUNHADO


Você é um homem "honrado" que sonha em ter uma família. Você é fiel e quer mostrar ao mundo que tem um relacionamento feliz. Você trabalha dia e noite para garantir uma festa de casamento para a sua amada para que ela de sinta prestigiada entre seus amigos e a sociedade. Daí você para para pensar quais serão os custos disso e qual é a sua resposta? Isso custará a sua vida.

O beta excremento da notícia deu a sua vida trabalhando como um escravo para dar tudo o que sua amada queria. Depois de uma briga fútil sem motivos, o coitado foi dormir no sofá enquanto a folgada dormiu na cama. Ao amanhecer, a esposa percebeu que ele não foi trabalhar e pronta para brigar com ele, pois não foi um escravo provedor, ela percebeu que ele não respondia a suas provocações femininas. Indo se dirigir a ele ao estar pronta ao seu golpe fiminístico, percebeu o que pior podia lhe acontecer: o seu beta provedor estava morto. E pior, morto por engasgamento.A viúva descobriu que ele morreu enquanto dormia por estar exausto, visto que estava fazendo muitas horas extras para pagar uma viagem em homenagem ao aniversário de casamento deles. Qual foi a reação dela ao descobrir isso: Foi se sentir tão culpada a ponto de iniciar um relacionamento com o seu cunhado. Isso mesmo, betas, ela começou a dar para o irmão do cagalhão beta escroto que ela convivia. O que vocês podem retirar disso? Mulheres não respeitam homens bostas como nós.

ESTUDO DIZ QUE HOMENS SÃO AS MAIORES VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA



– A cada 1 mulher que morre no Brasil, morrem outros 11 homens.
– A cada 5 mortes por violência doméstica, 4 são homens.

Preciso falar algo, betas? A verdade é que somos tão abomináveis que ninguém liga para nós.  Elas, por sua vez, são os holofotes da mídia, mesmo sendo nítido quem são os verdadeiros sofredores, que não são homens, nem mulheres. São os BETAS! Mulheres não estão nem aí para nós homens. O importante é terem conforto, status e dinheiro. Esqueça essa merda de amor que te ensinaram, seu bosta, pois isso não existe.

HOMEM DIZ QUE NÃO AGUENTA MAIS SER TRAÍDO E FAZ BOLETIM CONTRA MULHER EM MT


Olhem o ponto a que chegam os betas excrementos. O ridículo do beta faz um boletim de ocorrência por ser traído adoidadamente pela esposinha gorda fedida. O cara é tão burro que ao invés de largar esse lixo ele prefere a sustentar e ter a sua presença (que é o máximo que ele pode ter dela, pois a buceta e o cu já são do Ricardão). Entendam de uma vez por todas, seu betas ridículos e abestalhados, se uma mulher sinalizou uma única vez que não os respeitam, caiam fora e explorem novas bucetas que existem nesse mundo. Se por algum acaso vocês permanecerem com a esposinha/namoradinha chifradora de vocês, por favor, façam o favor de não comparecerem mais nesse blog diabístico que é o último reduto existente que preza pela masculinidade e honra de seus frequentadores, senão eu irei descobrir onde você mora e vou aí te arregaçar na porrada!


Um abraço do Pobre-diabo, o Comedor de bucetas de nota 7,5.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Viver alacridades ou sofrer para formação de divícia?


Ontem, ao retornar à minha casa após ter saboreado em exagero minhas deliciosas cervejas artesanais, ponderei as dificuldades que um beta B mais feio que cu cagando e mais sem graça que as piadas da Praça é Nossa tem em se destacar positivamente entre as pessoas e percebi o quanto a minha imagem somítica é prejudicial à minha "reputação social". Digo isso porque o líquido sagrado tem como uma de suas características inebriar a mente de seu consumidor, transformando as mais terríveis angústias em meras preocupações que em um momento idílio acabam se tornando uma alegoria da realidade, evocando uma epifania eufemista do infortúnio.

Afirmo isso com base na experiência que tive semana passada em que eu havia conhecido uma mulher do meu serviço e a tinha convidado para a balbúrdia. Eu estava arroubado pela beleza de uma mulher nota 7,5 tanto de rosto como de corpo por estar ao meu lado e rindo das minhas facécias, o que me induziu a abandonar minha personalidade cigalheira para tentar atingir meu objetivo principal: seus forames lascivos mulíebres. Minha personalidade salaz, combinada com meu esteriótipo sórdido e minha capacidade açorada em me inebriar nesse dia nao me prejudicaram, pois quando a conheci eu entrajava uma das minhas melhores roupas, além de estar em uma posição de proeminência durante uma conferência na minha empresa. Óbvio que não era o Pobre-diabo que a atraiu, mas a figura que o Pobre-diabo tem na empresa.

Ao chegarmos no templo etílico e nos sentarmos para efetuar os pedidos, axiomáticamente ela não foi na seção de bebidas comuns, mas naquelas rebuscadas que são feitas exclusivamente para elas ou para uranistas. É muito difícil entender essa personalidade meândrica delas, pois qual é a razão de escolherem uma bebida sem um gosto inefável como uma IPA? Apenas por que é apolínea e vem decorada com um diminuto guarda-chuva? Enfim, acabei relevando a situação e pedi a bebida dela e o líquido divino que entorpece a cabeça e a alma para mim. Ela, conhecedora do fato deste Pobre-diabo ocupar uma posição proeminente no nosso ambiente de trabalho, não economizou nos pedidos e ordenava aqueles drinks que pareciam ter sido importados do outro lado do planeta. Eu, para não parecer um avarento, apenas fazia de conta que não me importava, pois estava crente que nesta noite ela seria minha barregã. Como este blog não é um tablóide libertino, não me delongarei nos pormenores, mas apenas concluirei que sim, o diabinho brincou nos dutos lúbricos daquela cachopa nesta noite.

Dessa peripécia, assoma-se ao seguinte corolário: o que é donairoso é sempre pretendido. Independente da verdadeira realidade, o que importa na futilidade é o leviano. Porém isso não é algo que me suscita, pois como todos já conhecem eu detesto a frivolidade. Atento-me muito mais à acumulação de pecúlios para a formação de um bom cabedal que a viver ledices temporais e transitórias. Obviamente que degustar os gáudios que o dinheiro permite mercar é algo voluptuoso, porém tudo tem o seu sumpto. Ponderando a longo prazo, a chinfra de hoje é o desalento do amanhã.

Acredito, então, que não valha a pena supliciar a divícia apenas por um contentamento fugaz. Óbvio que não viverei uma vida de continências, pois o importante é não permitir que os devaneios engodem a visão diabística de auto-desenvolvimento. Continuarei temulento hoje a noite, saboreando minhas deliciosas cervejas IPAs e Stouts enquanto esperarei minha súcuba retornar minhas mensagens no celular para mais uma noite de devassidão.


Um amplexo do Pobre-diabo!


Obs.:
1) o post de hoje foi escrito como um incentivo ao desenvolvimento intelectual dos betas através de um texto com palavras do vocabulário cotidiano desse Pobre-diabo.
2) Mandem sugestões e suas histórias no email diabístico (pobrediabo@protonmail.com) para que possamos compartilhar nossos sucessos e fracassos.